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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Boas vindas aos estudantes!!!

Estamos iniciando mais um semestre e ainda permaneceremos em aulas remotas !

Quero aqui dizer aos meus estudantes do Ensino Fundamental e Médio que temos desafios a superar e novas conquistas para buscar!!!


Temos a responsabilidade de não desperdiçar o conhecimento que foi conquistado no semestre passado e que tem sido transmitido para nossa instrução. Por isso, nestas escolas estudamos, compartilhamos informação e nos desafiamos a fazer melhor porque essa viagem nunca pode parar. E que bom que estamos de regresso às aulas para partirmos rumo a novas descobertas.

A motivação precisa estar no seu auge, assim como a vontade de construir um futuro de sucesso. Os passos que damos na escola são apenas o começo de uma longa caminhada, feita de alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, e é necessário viver cada dia com paixão para alcançar todas as metas desejadas.

Contem comigo para apoiar, esclarecer todas as dúvidas e dar os conselhos que acharem necessários. Tenho certeza que todos estaremos à altura do percurso que nos foi proposto e que juntos formaremos uma equipe que triunfará perante todas as adversidades.

  


domingo, 26 de abril de 2020

Sobre o Homescooling.

Vamos falar um pouco sobre os acontecidos que temos vivenciados nos últimos dias...

Estamos vivendo um momento critico e tenso na saúde mundial( Pandemia do Covid-19), no qual precisamos mudar a nossa forma de agir e de viver em relação a tudo. Precisamos ficar em casa! Para proteger a nós e a aqueles a quem amamos. Alguns foram mandados para trabalhar em casa e outros não tem mais trabalhos, outros já não tinham e viviam de bicos nas ruas que tinham muitas pessoas a transitar, e hoje não mais...
Além de termos de mudar nossos hábitos diários, precisamos nos moldar a novas obrigações e tarefas que antes apenas delegávamos a outros.
Isso tem causado grande desconforto a muita gente e até mesmo muita divergência de opinião. É claro que estou me referindo a nova modalidade de trabalhos #EmCasa .
E principalmente a Educação antes delegada a outras pessoas e que agora precisa ser assumida pelos pais.
 Vejo muitas reclamações a cerca da forma como o conteúdo e repassado; de como as tarefas são cobradas dos estudantes; da falta de recursos; da desigualdade entre as classes, e etc; mas ainda não vi ninguém reclamar do que de fato está causando estas reclamações:  A necessidade dos pais em acompanhar a realização destas tarefas escolares dos filhos.
Ao meu ver os educadores estão a realizar as mesmas atividades, pois eu enquanto educadora faço cumprir sempre o meu cronograma de ensino proposto a escola e ao nível dos meus estudantes! A única diferença é que não tenho falado durante duas aulas de pé em frente a turma agitada de 40 estudantes cada um querendo chamar mais atenção do que o outro.
 Realizo a aula e faço as atividades de acordo com o nível dos meus estudantes levando em consideração sempre a carga horária determinada para o estudo da disciplina a qual leciono. Assim como faço nas aulas presenciais  entrego tudo mastigado e resumido para que eles possam entender e assim realizar as tarefas sem muita dificuldade. Agora o que vejo são reclamações a cerca da quantidade de questões; da quantidade de leitura; da falta de empatia do educador com a realidade do estudante; da falta de tempo do estudante, e por ai vai.
Mas não vejo ninguém lembrando que o educador dedica horas a fio na frente do computador para elaborar a aula, horas orientando as atividades a distância, e mais horas sugerindo opções de pesquisa e ainda dedicadas a correção das atividades, preenchendo os sistemas do qual precisam alimentar diariamente . Isso ninguém vê!

O que todos veem é o desespero dos pais com os filhos dentro de casa sem fazer nada e apenas perturbando o juízo deles. O que se vê são pais que não querem ficar e nem conversar com seus filhos sendo obrigados a acompanhar as tarefas e alguns apenas querendo se livrar dos filhos, pois dizem que eles não tem internet para fazer a tarefa mais tem para o free- fire e outros jogos... O que vemos são pais reclamando por terem de ajudar e as vezes só cobrar a tarefa de um ou dois filhos achando ruim, mas não se lembra que o  Educador fica com em media 30-40 estudantes durante 4 horas diárias ...
Na realidade o que vejo são pais atrás de se livrar da responsabilidade de ensinar o básico para o filho, e colocando a culpa na escola por estar enviando apenas as atividades. Acredito estar na hora de cada um fazer a sua parte e deixar de procurar um culpado.

Família precisa fazer sua parte !!!
Cada um faz o que pode !!!
Vamos ter empatia com o trabalho do Educador!!!

Lembre-se ele também tem família, problemas e é cobrado pra realizar um trabalho extra de educar o filho dos outros e na maioria das vezes nem um muito obrigada recebe!

Mais empatia com o Educador!!!





quarta-feira, 28 de junho de 2017

Compartilhando expériência ...

Há alguns anos estou professora Diretora de turma e em nenhum deles me vi tão necessitada de trabalhar um tema tão necessário quanto sobre a  família.
Analisando as conversas e os comportamentos dos meus educandos percebi que estamos cada dia mais nos  distanciando daquele modelo de família que tínhamos na infância e que cada um traz agora um modelo proprio que nem sempre é o adequado ou que nem tem um modelo.

Trabalhar o tema foi muito relevante e pude perceber quão carentes eles são principalmente de afeto familiar.
Aquele carinho, aquela conversa, o almoço na mesa, a brincadeira antes de dormir, o momento de oração juntos, muitos não tem maios e alguns nunca tiveram. 

Perguntei-me onde vamos parar com tudo isso?

Se existe algo ou alguém em que podemos depositar toda nossa confiança, é na nossa família. Ela nos mostra o que é certo, indica os melhores caminhos, e nos proporciona um amor verdadeiro e incondicional. Uma família em harmonia, que se ama mutuamente, permanece unida por uma vida toda. E é também fonte de exemplo para todas as gerações, inspirando a formação de novas famílias.
É também no ambiente familiar que conhecemos nossos primeiros valores e recebemos as primeiras regras sociais. Aprendemos a perceber o mundo, damos início a nossa identidade e somos introduzidos no processo de socialização.  Por isso, é tão comum que nos comportemos como quem nos criou, como nossos pais e avós, trazendo traços da personalidade e atitudes muito semelhantes.

Não podemos esquecer que cada um tem um papel fundamental dentro de casa, onde existem direitos e deveres, e todos devem cumprir com suas obrigações. Aí entra o respeito mútuo, a consideração pelos mais velhos, as tarefas domésticas, os deveres diários. Há situações em que toda responsabilidade do dia a dia e os serviços de casa ficam por conta da mãe, os filhos culpam os pais por não poderem presenteá-los com aquilo que desejam ou os irmãos vivem se desentendendo. Nestes casos, a família permanece em desarmonia, sobrecarregando apenas um integrante, tornando instável a união do lar e a estrutura familiar.

Certas situações podem causar grandes frustações em uma vida. Muitos definem a família como sendo a “base de tudo”, uma expressão bastante utilizada para caracterizar o laço familiar que vai além do sangue, sendo também emocional e espiritual. Mas esta base pode se desintegrar, desgastando e se tornando prejudicial. Então, é preciso preservá-la sempre.

O psicanalista Evilázio Vieira ressalta que:
"Um bom relacionamento familiar é a principal arma de combate às drogas
e aos problemas emocionais que acometem os adolescentes e os jovens".
Ele explica que, a partir da adolescência, o indivíduo procura o ambiente fora de casa e os amigos para buscar aprovação e se identificar, e depois volta para o lar. Quando a família tem uma base sólida e oferece amor e atenção, ele não sente necessidade de buscar uma fuga da realidade nas ruas, ao lado dos amigos; ele usa o ambiente externo de forma saudável. Mas, quando sua vida é instável no âmbito familiar, ele busca suprir na rua aquilo que lhe falta dentro de casa; neste caso, é onde tem início a dependência química, a rebeldia e o comportamento violento.
Portanto, a família é algo único e insubstituível, extremamente necessário para a formação do ser humano. Sua ausência gera graves consequências. Pais e filhos precisam se manter unidos, dialogando diariamente. É preciso cuidá-la com carinho, dedicação e fé, para que sua estrutura se mantenha forte e  seus indivíduos não caiam no mundo dos vícios e das futilidades.