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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Solução de Água sanitária para limpar superficie

Água Sanitária – aprenda como diluir para eliminar e não deixar o Coronavírus entrar na sua casa
Água sanitária será “seu produto queridinho” nos próximos dias! 🥰

Leia esse post, criado de acordo com a publicação do Bacharel em Química Tecnológica Prof. Dr. Jorge Macedo, D.Sc. (www.jorgemacedo.pro.br), com apoio do Conselho Federal de Química e Conselho Regional de Química (MG), e entenda o porquê.
Medidas simples podem ajudar na prevenção e combate ao novo Coronavírus, sendo assim, o Ministério da Saúde, reforça diariamente em seus meios de comunicação.
Para a limpeza em casa é recomendado o uso de água sanitária. A indicação está de acordo com as recentes informações internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS).
É muito importante a prática da higiene frequente, assim como a desinfecção de objetos e superfícies tocados com frequência, como por exemplo, maçanetas, chaves, interruptores, torneiras e corrimão.


Em primeiro lugar, ao comprar no supermercado a água sanitária de sua preferência, leia o rótulo e veja se a concentração de princípio de cloro ativo é de 2 a 2,5%.
IMPORTANTE: a água sanitária pura, tem pH 11,5-13,5 e não adianta você utilizá-la pura pois o que leva a morte dos organismos é uma substância chamada “ácido hipocloroso (HClO)” que não existe em pH tão alto como o da água sanitária pura.

Agora você vai aprender como preparar uma solução com água sanitária diluída, que em poucos segundos (15 a 20s) vai eliminar o Coronavírus da superfície dos objetos de sua casa. Vamos lá!;
Modo de Preparo:
1. Primeiramente, pegue um copinho descartável para café, esse copinho tem a capacidade de 50 mL.
2. Coloque 25 mL de água sanitária pura no copinho, ou seja, você deve colocar água sanitária até a metade do copinho.
Não tem problema se passar um pouco, nesse caso não pode faltar! – afirma Dr. Jorge Macedo.
3. Logo depois, pegue uma garrafa de plástico com capacidade de 1 litro, coloque um pouco de água e adicione os 25 mL de água sanitária.
4. Em seguida, complete o volume da garrafa com água, tampe e agite para misturar.
Atenção:
Já que a solução preparada não tem o odor característico forte da  água  sanitária, é preciso  identificar o conteúdo do frasco, por isso, faça isso logo após o preparo!
Por exemplo, cole uma etiqueta com o nome “Água Sanitária Diluída” ou do mesmo modo escreva o nome no frasco com uma caneta de tinta permanente, dessas usadas para escrever em CD.
Além disso, não deixe o frasco exposto à luz, guarde em lugar fresco, dentro de um armário e retire somente no momento que for utilizar.

🚩 MANTENHA FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS!
Como aplicar em superfícies:
Umedeça um pano limpo nessa solução, passe nas embalagens dos produtos que comprou, maçanetas, chaves, interruptores, torneiras e corrimão. NÃO USE A SOLUÇÃO PARA LIMPAR APARELHOS ELETROELETRÔNICOS, COMO POR EXEMPLO, CELULAR, NOTEBOOK, TABLET E OUTROS.
A maioria das pessoas não terá nenhum problema no contato com essa solução diluída, mas o uso constante pode levar ao ressecamento ou uma dermatite. Dessa maneira, se você tiver a pele mais sensível utilize a solução com luvas.
Outro processo de aplicação: pegue um frasco com borrifador, coloque a solução diluída, borrife nas superfícies e, após 15-20 segundos retire o excesso com um pano seco e limpo, dessa forma, você não terá contato direto com a solução. 😉

Observação:
Para utilizar em pisos, áreas abertas, banheiros e solas de sapato, prepare a solução com um copinho de café cheio (50 mL) de água sanitária pura e siga as orientações, da mesma forma, que ensinamos anteriormente.
Essa solução é muito mais concentrada, por isso, utilize-a com luvas.
Umedeça um pano limpo e coloque após a porta, ao entrar passe sobre ele as solas do seu sapato.
Sempre que for necessário, umedeça o pano novamente com a solução.
Essas são informações importantes e merecem ser compartilhadas!!!


domingo, 26 de abril de 2020

Sobre o Homescooling.

Vamos falar um pouco sobre os acontecidos que temos vivenciados nos últimos dias...

Estamos vivendo um momento critico e tenso na saúde mundial( Pandemia do Covid-19), no qual precisamos mudar a nossa forma de agir e de viver em relação a tudo. Precisamos ficar em casa! Para proteger a nós e a aqueles a quem amamos. Alguns foram mandados para trabalhar em casa e outros não tem mais trabalhos, outros já não tinham e viviam de bicos nas ruas que tinham muitas pessoas a transitar, e hoje não mais...
Além de termos de mudar nossos hábitos diários, precisamos nos moldar a novas obrigações e tarefas que antes apenas delegávamos a outros.
Isso tem causado grande desconforto a muita gente e até mesmo muita divergência de opinião. É claro que estou me referindo a nova modalidade de trabalhos #EmCasa .
E principalmente a Educação antes delegada a outras pessoas e que agora precisa ser assumida pelos pais.
 Vejo muitas reclamações a cerca da forma como o conteúdo e repassado; de como as tarefas são cobradas dos estudantes; da falta de recursos; da desigualdade entre as classes, e etc; mas ainda não vi ninguém reclamar do que de fato está causando estas reclamações:  A necessidade dos pais em acompanhar a realização destas tarefas escolares dos filhos.
Ao meu ver os educadores estão a realizar as mesmas atividades, pois eu enquanto educadora faço cumprir sempre o meu cronograma de ensino proposto a escola e ao nível dos meus estudantes! A única diferença é que não tenho falado durante duas aulas de pé em frente a turma agitada de 40 estudantes cada um querendo chamar mais atenção do que o outro.
 Realizo a aula e faço as atividades de acordo com o nível dos meus estudantes levando em consideração sempre a carga horária determinada para o estudo da disciplina a qual leciono. Assim como faço nas aulas presenciais  entrego tudo mastigado e resumido para que eles possam entender e assim realizar as tarefas sem muita dificuldade. Agora o que vejo são reclamações a cerca da quantidade de questões; da quantidade de leitura; da falta de empatia do educador com a realidade do estudante; da falta de tempo do estudante, e por ai vai.
Mas não vejo ninguém lembrando que o educador dedica horas a fio na frente do computador para elaborar a aula, horas orientando as atividades a distância, e mais horas sugerindo opções de pesquisa e ainda dedicadas a correção das atividades, preenchendo os sistemas do qual precisam alimentar diariamente . Isso ninguém vê!

O que todos veem é o desespero dos pais com os filhos dentro de casa sem fazer nada e apenas perturbando o juízo deles. O que se vê são pais que não querem ficar e nem conversar com seus filhos sendo obrigados a acompanhar as tarefas e alguns apenas querendo se livrar dos filhos, pois dizem que eles não tem internet para fazer a tarefa mais tem para o free- fire e outros jogos... O que vemos são pais reclamando por terem de ajudar e as vezes só cobrar a tarefa de um ou dois filhos achando ruim, mas não se lembra que o  Educador fica com em media 30-40 estudantes durante 4 horas diárias ...
Na realidade o que vejo são pais atrás de se livrar da responsabilidade de ensinar o básico para o filho, e colocando a culpa na escola por estar enviando apenas as atividades. Acredito estar na hora de cada um fazer a sua parte e deixar de procurar um culpado.

Família precisa fazer sua parte !!!
Cada um faz o que pode !!!
Vamos ter empatia com o trabalho do Educador!!!

Lembre-se ele também tem família, problemas e é cobrado pra realizar um trabalho extra de educar o filho dos outros e na maioria das vezes nem um muito obrigada recebe!

Mais empatia com o Educador!!!





sábado, 14 de março de 2020

Informações sobre o coronavirus- COVID-19

Conheça os sintomas, as formas de transmissão e saiba como se prevenir



A cada dia novos casos de Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, se confirmam no mundo. Até a tarde desta quinta-feira (12), o Brasil registrava 77 casos confirmados da doença e monitorava 1.422 situações suspeitas. Outros 1.163 casos já foram descartados.
Ontem (11), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de coronavírus como uma pandemia. O termo é utilizado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa. Atualmente, há mais de 115 países com casos declarados da infecção.
Agência Brasil reuniu as principais dúvidas e perguntas sobre a Covid-19. Veja o que se sabe sobre a pandemia e sobre o vírus até agora:
O que é o novo coronavírus?
Coronavírus é uma família de vírus que pode causar danos em animais e em humanos. Em pessoas, pode resultar em infecções respiratórias que vão desde um resfriado até síndromes respiratórias agudas severas. O novo coronavírus (SARS-Cov-2) causa a doença denominada Covid-19, que teve início na China, em dezembro de 2019.
Quais são os sintomas?
Os sintomas do Covid-19 envolvem febre, cansaço e tosse seca. Parte dos pacientes pode apresentar dores, congestão nasal, coriza, tosse e diarreia. Alguns pacientes podem ser assintomáticos, ou seja, estarem infectados pelo vírus, mas não apresentarem sintomas. O Ministério da Saúde estima que os pacientes mais jovens são os mais passíveis de não apresentar qualquer sinal da doença.
Qual o período de incubação do vírus?
De acordo com a OMS, a estimativa é que o período de incubação seja de 1 a 14 dias. Ou seja, o vírus teria esse tempo para se manifestar. O mais comum é a manifestação por volta de cinco dias. Mas há pessoas que não apresentam sintomas.
Quais são os maiores problemas e os públicos mais vulneráveis?
A OMS calcula que 1 em cada 6 pacientes pode ter um agravamento do quadro, com dificuldades respiratórias sérias. No início de março, a taxa de letalidade era de 3,5%. Mas o Ministério da Saúde suspeita que pode ser menor, em razão de haver subnotificação dos casos em alguns países. Os públicos mais vulneráveis são idosos e pessoas com doenças crônicas (diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares).
Como ocorre a transmissão?
O contágio ocorre a partir de pessoas infectadas. A doença pode se espalhar desde que alguém esteja a menos de 2 metros de distância de uma pessoa com a doença. A transmissão pode ocorrer por gotículas de saliva, espirro, tosse ou catarro, que podem ser repassados por toque ou aperto de mão, objetos ou superfícies contaminadas pelo infectado.
O novo coronavírus pode ser transmitido pelo ar?
O novo coronavírus não é transmitido pelo ar a menos que um indivíduo chegue próximo a um paciente infectado a ponto de as formas de contaminação serem possíveis.
É possível pegar o Covid-19 de alguém sem sintomas?
De acordo com a OMS, as chances são pequenas, pois o vírus é transmitido por saliva, espirro, tosse ou catarro, elementos mais presentes quando uma pessoa está com gripe.
Animais de estimação podem transmitir o novo coronavírus?
Não. Não há evidência de que animais de estimação como gatos e cachorros tenham sido infectados ou possam espalhar o vírus que causa a Covid-19.
Quanto tempo o vírus pode durar em uma superfície?
A OMS informa que não há um tempo determinado, podendo ser de algumas horas a alguns dias. Pode haver diferença também em razão de condições como a temperatura. Por isso, caso alguém suspeite da contaminação de uma superfície ou objeto, a orientação é aplicar desinfetante.
Quais são as medidas de prevenção ao Covid-19?
O Ministério da Saúde explica que não há medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus e indica as seguintes medidas de prevenção:
- lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, ou usar desinfetante para as mãos à base de álcool quando a primeira opção não for possível;
- evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
- evitar contato próximo com pessoas doentes;
- ficar em casa quando estiver doente;
- usar um lenço de papel para cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, e descartá-lo no lixo após o uso;
- não compartilhar copos, talheres e objetos de uso pessoal;
- limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
- manter ambientes bem ventilados e higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
O uso de álcool gel para prevenção ao coronavírus é eficaz?
Sim. De acordo com o Conselho Federal de Química, o álcool gel é “eficiente desinfetante de superfícies/objetos e antisséptico para a pele”. O grau alcóolico recomendado para o efeito é de pelo menos 70%.
Preciso usar máscara para me proteger?
A máscara não tem efeito algum para pessoas sem o vírus. Ela deve ser utilizada por quem apresenta sintomas da doença, pois previne que alguém infectado espalhe o vírus e venha a contaminar outras pessoas. O uso também é recomendado para pessoas que tenham contato com indivíduos com suspeita ou confirmação do novo coronavírus. Máscaras também devem ser usadas por profissionais de saúde que atuem em locais com pacientes com suspeitas ou sintomas. Após o uso, a orientação é descartar a máscara em local adequado e lavar as mãos.
Estou com tosse, febre e dores. Preciso fazer exames para detectar se estou com Covid-19?
Pessoas que apresentem sintomas da doença devem procurar orientação médica, em especial, os postos de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 42 mil postos de saúde espalhados pelo país são capazes de atender 90% dos casos de coronavírus. Estudos indicam que a grande maioria dos casos de Covid-19 são mais leves e poderiam ser atendidos nesse nível de atenção. A população pode buscar os serviços quando apresentar os sintomas iniciais do vírus, como febre baixa, tosse, dor de garganta e coriza. A partir do relato do paciente é que o médico decidirá sobre a necessidade de se fazer o teste para Covid-19. Atualmente, a recomendação das autoridades sanitárias é que sejam testados apenas os pacientes com sintomas respiratórios e que tenham tido contato com alguém infectado ou que tenham viajado para uma região onde há transmissão da doença. O exame só pode ser feito com solicitação médica. Ele é feito por hospitais públicos e privados e confirmado por laboratórios de referência espalhados pelo Brasil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou que os planos de saúde deverão cobrir os testes realizados na rede privada.
Que instituições podem realizar os testes para Covid-19?
O teste é realizado após avaliação clínica do médico e a pedido dele. A pessoa deve procurar os postos de saúde mais próximos. Até a próxima semana, todos os 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) do país estarão aptos a realizar a testagem para o coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. A capacitação dos laboratórios estaduais está sendo realizada pelo Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como Centro de Referência Nacional em vírus respiratórios junto ao Ministério da Saúde e integra o esforço nacional de vigilância e monitoramento dos casos de coronavírus. Atualmente, além dos laboratórios de referência nacional para testagem do coronavírus, a Fiocruz, no Rio de Janeiro, o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e o Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará, os laboratórios centrais de São Paulo, Pará, Goiás e o Rio Grande do Sul já foram capacitados e estão testando para a doença.
Existe tratamento para a doença?
Segundo a OMS, 80% das pessoas se recuperam sem precisar de tratamento especial. Não há uma medicação que elimine o vírus. Mas há tratamento para mitigar o avanço da doença e diminuir o desconforto.
Antibióticos ou vitamina D previnem ou curam o novo coronavírus?
Não. Antibióticos não atuam contra o vírus. Da mesma forma, não há evidências científicas que atestem qualquer impacto sobre o vírus de doses de vitamina D.
Voltei de uma viagem internacional e visitei um país com casos de coronavírus. O que preciso fazer?
Caso apresente sintomas, procure uma unidade de saúde e informe a situação para receber orientação médica. A recomendação do Ministério da Saúde é esperar pelo menos 14 dias para avaliar a evolução do quadro de saúde.
O álcool gel é mais eficiente do que lavar as mãos?
Segundo o Ministério da Saúde, o álcool gel tem a vantagem de não apenas higienizar as mãos, mas também objetos com o qual a pessoa teve contato. Isso é especialmente importante para objetos e superfícies compartilhadas por várias pessoas, como em locais de trabalho. Contudo, na higienização das mãos, o ato de lavá-las corretamente (por bastante tempo e de forma detalhada, entre os dedos e debaixo das unhas) é suficiente. A orientação do ministério é que esse procedimento ocorra diversas vezes ao dia. Quem desejar aplicar também o álcool gel ganha um reforço a mais na proteção, mas esta não é uma condição para a higienização das mãos. 





terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Campanha Zika zero na Escola

Está acontecendo a Campanha Zika zero nas escolas com o objetivo de despertar a pratica dos cuidados para a elimeinação do Mosquito Aedes Aegypit , não só nas nossas casas , mas nas escolas também.
Veja a seguinte informação divulgada:

AEDES AEGYPTI E EDUCAÇÃO: MEC QUER MOBILIZAR ESCOLAS E UNIVERSIDADES NO COMBATE AO MOSQUITO

O Ministério da Educação (MEC) quer mobilizar estudantes, professores e servidores da educação para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus causadores da Zika, dengue e da febre chikungunya.
Ontem (2), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se reuniu com representantes de entidades ligadas ao ensino da educação básica, tecnológica e superior para apresentar a campanha Zika Zero.
De acordo com o MEC, entre as ações previstas está a distribuição de material educativo para mais de 2,7 milhões de professores e gestores da educação básica. A pasta também pretende assinar o Pacto da Educação Brasileira contra o Zika, no qual secretarias estaduais e municipais de educação se comprometerão com a campanha. 
O MEC enviará cartas a reitores, diretores, secretários, servidores e pais de alunos com orientações. A estratégia é usar a abrangência das redes federal, distrital, estaduais e municipais de educação para levar informações sobre as formas de extermínio do mosquito e identificação da doença.
Segundo o ministério, a educação é uma poderosa arma para combater o mosquito. A partir do dia 19, a intenção é fazer atividades periódicas de combate ao mosquito em todas as escolas.

Agência Brasil com edição de Armando Cardoso

Vamos fazer nossa parte!!!
 Não ao Mosquito!!!