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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Boas vindas aos estudantes!!!

Estamos iniciando mais um semestre e ainda permaneceremos em aulas remotas !

Quero aqui dizer aos meus estudantes do Ensino Fundamental e Médio que temos desafios a superar e novas conquistas para buscar!!!


Temos a responsabilidade de não desperdiçar o conhecimento que foi conquistado no semestre passado e que tem sido transmitido para nossa instrução. Por isso, nestas escolas estudamos, compartilhamos informação e nos desafiamos a fazer melhor porque essa viagem nunca pode parar. E que bom que estamos de regresso às aulas para partirmos rumo a novas descobertas.

A motivação precisa estar no seu auge, assim como a vontade de construir um futuro de sucesso. Os passos que damos na escola são apenas o começo de uma longa caminhada, feita de alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, e é necessário viver cada dia com paixão para alcançar todas as metas desejadas.

Contem comigo para apoiar, esclarecer todas as dúvidas e dar os conselhos que acharem necessários. Tenho certeza que todos estaremos à altura do percurso que nos foi proposto e que juntos formaremos uma equipe que triunfará perante todas as adversidades.

  


segunda-feira, 4 de maio de 2020

Vamos compartilhar um pouco da vivência de Professora?

Olá amores da Mary!!!
Como vocês já sabem eu sou Professora de Biologia desde 2010 na Rede Estadual de Ensino da Cidade de Pentecoste. Leciono na Escoal onde estudei todo o meu Ensino Fundamental e parte do Ensino Médio. E desde Junho de 2016 também leciono  Ciências na Rede municipal de Ensino nos Anos Finais do Ensino Fundamental.
Diante da atual situação de crise na saúde mundial tivsemo de mudar a forma não só de ver e mas de  viver a vida, como também a forma  de ministrar aulas. Hoje estamos com quase 50 dias de distanciamento social( são exatamente 45 dias) sem ir a Escolas e as reparticoes publicas e praças entre outros locais. Infelizmente nem todo mundo cumpre!
Na Escola de ensino médio desde a primeira semana estamos trabalhando on line com atividades domiciliares orientadas atraves de aplicativos de celular e de site PED. Onde os estudantes visualizam e copiam as atividades . 
Na escola Municipal tivemos as ferias antecipadas de 01/04 a 30/04 e apartir de hoje iniciamos com orientação para as atividades a distância orientadas e acompanhadas pelos pais.
A experiencia com o ensino medio tem sido digamos estressante de certa maneira pois as desculpas são as mais variadas e se trattando de adolescentes os pais costumam acompanhar um pouco mais de longe.... Tem sido dias dificeis para os educadores!

As atividades tem sido as mais variadas possiveis: Aulas resumidas com textos de fácil entendimento e de exercicos baseados nos textos autoexplicativos; Sugestão de videos no youtube; Uso de ferramentas digitais como redes sociais e apps e blogs te sido destaques. Atendimentos em grupos e individuais pelo celular em video chaadas e ligações....
Os professores estão tendo de se reinventar e criar estarategias para chamar a atenção dos estuadntes e mostrar-lhes a importância de estudar neste periodo.
Muitos já viraram youtubers e estão gravando auals... sinto que está chegando a hora de ativar meu canal no youtube com aulas também!
Tenho me preparado emocionalmente para isso!!!!


Estou criando uma nova rotina e em breve postarei aqui...

Que possamos praticar as competencias socioemocionais entre elas a empatia e a autogestão, logo de inicio.



domingo, 26 de abril de 2020

Sobre o Homescooling.

Vamos falar um pouco sobre os acontecidos que temos vivenciados nos últimos dias...

Estamos vivendo um momento critico e tenso na saúde mundial( Pandemia do Covid-19), no qual precisamos mudar a nossa forma de agir e de viver em relação a tudo. Precisamos ficar em casa! Para proteger a nós e a aqueles a quem amamos. Alguns foram mandados para trabalhar em casa e outros não tem mais trabalhos, outros já não tinham e viviam de bicos nas ruas que tinham muitas pessoas a transitar, e hoje não mais...
Além de termos de mudar nossos hábitos diários, precisamos nos moldar a novas obrigações e tarefas que antes apenas delegávamos a outros.
Isso tem causado grande desconforto a muita gente e até mesmo muita divergência de opinião. É claro que estou me referindo a nova modalidade de trabalhos #EmCasa .
E principalmente a Educação antes delegada a outras pessoas e que agora precisa ser assumida pelos pais.
 Vejo muitas reclamações a cerca da forma como o conteúdo e repassado; de como as tarefas são cobradas dos estudantes; da falta de recursos; da desigualdade entre as classes, e etc; mas ainda não vi ninguém reclamar do que de fato está causando estas reclamações:  A necessidade dos pais em acompanhar a realização destas tarefas escolares dos filhos.
Ao meu ver os educadores estão a realizar as mesmas atividades, pois eu enquanto educadora faço cumprir sempre o meu cronograma de ensino proposto a escola e ao nível dos meus estudantes! A única diferença é que não tenho falado durante duas aulas de pé em frente a turma agitada de 40 estudantes cada um querendo chamar mais atenção do que o outro.
 Realizo a aula e faço as atividades de acordo com o nível dos meus estudantes levando em consideração sempre a carga horária determinada para o estudo da disciplina a qual leciono. Assim como faço nas aulas presenciais  entrego tudo mastigado e resumido para que eles possam entender e assim realizar as tarefas sem muita dificuldade. Agora o que vejo são reclamações a cerca da quantidade de questões; da quantidade de leitura; da falta de empatia do educador com a realidade do estudante; da falta de tempo do estudante, e por ai vai.
Mas não vejo ninguém lembrando que o educador dedica horas a fio na frente do computador para elaborar a aula, horas orientando as atividades a distância, e mais horas sugerindo opções de pesquisa e ainda dedicadas a correção das atividades, preenchendo os sistemas do qual precisam alimentar diariamente . Isso ninguém vê!

O que todos veem é o desespero dos pais com os filhos dentro de casa sem fazer nada e apenas perturbando o juízo deles. O que se vê são pais que não querem ficar e nem conversar com seus filhos sendo obrigados a acompanhar as tarefas e alguns apenas querendo se livrar dos filhos, pois dizem que eles não tem internet para fazer a tarefa mais tem para o free- fire e outros jogos... O que vemos são pais reclamando por terem de ajudar e as vezes só cobrar a tarefa de um ou dois filhos achando ruim, mas não se lembra que o  Educador fica com em media 30-40 estudantes durante 4 horas diárias ...
Na realidade o que vejo são pais atrás de se livrar da responsabilidade de ensinar o básico para o filho, e colocando a culpa na escola por estar enviando apenas as atividades. Acredito estar na hora de cada um fazer a sua parte e deixar de procurar um culpado.

Família precisa fazer sua parte !!!
Cada um faz o que pode !!!
Vamos ter empatia com o trabalho do Educador!!!

Lembre-se ele também tem família, problemas e é cobrado pra realizar um trabalho extra de educar o filho dos outros e na maioria das vezes nem um muito obrigada recebe!

Mais empatia com o Educador!!!





quarta-feira, 15 de maio de 2019

TUDO SOBRE O ENEM 2019

Vai tentar uma vaga na universidade e quer saber tudo sobre o Enem 2019?

Então vem com a gente que vamos contar tudo o que você precisa saber para
se preparar para o exame mais popular do país.
Para começar, o Inep divulgou as datas das provas do Enem 2019. Este ano,
elas acontecerão nos dias 3 e 10 de novembro, e as inscrições poderão ser feitas
entre os dias 6 e 17 de maio.
Você vai ficar por dentro da estrutura da prova, entender o que é a nota TRI,
aprender como fazer a sua inscrição e quais os principais conteúdos que fazem
parte do Exame Nacional do Ensino Médio, além de ficar por dentro das principais
datas.

Vamos começar?
O QUE É O ENEM 2019?
O Enem é um dos maiores exames aplicados no país e serve como porta de 
entrada para milhares de estudantes entrarem na faculdade, mas nem sempre 
foi assim. Antes, ele não era utilizado como meio de acesso à educação superior. 
Quer saber mais sobre o exame? Confira, abaixo, um pequeno resumo sobre ele.

QUEM PODE FAZER O ENEM 2019?

Qualquer pessoa que quiser fazer o Enem pode participar do exame. Ele é aberto 
ao público em geral e a sua nota pode ser usada das mais variadas formas.
Seja para testar os conhecimentos, tentar uma vaga em universidade pública por 
meio do Sisu, uma bolsa de estudos em instituição particular usando o Prouni ou 
até mesmo o financiamento estudantil do Fies.
Os estudantes que ainda não estiverem no 3º ano do Ensino Médio e quiserem 
conhecer o exame, podem prestá-lo como treineiros, sem que a nota possa ser
 usada nos programas do governo.
Além disso, a prova também pode ser feita por pessoas privadas de liberdade, 
que estejam cumprindo algum tipo de pena. Para esses casos, existe um edital próprio.
Também existem atendimentos especiais para estudantes que estiverem 
amamentando ou forem gestantes. Nesse caso, é preciso, no ato da inscrição, 
informar a opção lactante ou gestante.

UM POUCO DE HISTÓRIA

O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998 pelo governo federal 
(completando 20 anos em 2018) e é elaborado e mantido pelo Inep — Instituto
 Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.
Originalmente, o objetivo era apenas avaliar o conhecimento dos estudantes 
formandos no Ensino Médio, para medir a qualidade do ensino básico no país.
Foi apenas a partir de 2009 que as notas do exame começaram a ser utilizadas 
como critério de seleção para o preenchimento de vagas nas Instituições de 
Ensino Superior públicas.
Pouco a pouco, as principais universidades do país começaram a adotar o Sisu
que por sua vez utiliza a nota do Enem, como processo seletivo, substituindo 
os tradicionais vestibulares — que mantinham calendários diversos e cobravam
 diferentes conteúdos, pois cada instituição tinha uma banca responsável pela 
elaboração dos concursos.
Saiba como se inscrever no Enem!

VESTIBULAR UNIFICADO
Com a decisão do governo de utilizar o Sisu como seleção unificada nas principais
 universidades, a maioria destas instituições — tanto públicas quanto particulares 
— aceitam a nota do Enem para selecionar seus estudantes.
Esse processo unificado é visto como democrático, pois alunos de regiões menos 
desenvolvidas do país — onde não há muitas instituições de ensino superior — 
podem concorrer a vagas nas melhores universidades em outros Estados.
Algumas instituições ainda não adotaram o Sisu e nem a nota do Enem como 
método de seleção e outras aceitam a nota apenas como uma das etapas do vestibular.
Porém, como as provas do Enem trazem diversas vantagens para os candidatos, 
mesmo que a universidade escolhida por você não adote o exame para o ingresso,
 você não vai ficar de fora dessa, não é mesmo? Confira, abaixo, os principais
 benefícios do Enem!

QUANTAS QUESTÕES TEM O ENEM?

Além da Redação, o Enem é composto por 4 cadernos:
  • Ciências Humanas e Suas Tecnologias: 45 questões
  • Linguagens e Suas Tecnologias: 45 questões
  • Ciências da Natureza e Suas Tecnologias: 45 questões
  • Matemática e Suas Tecnologias: 45 questões
Ao todo, o exame conta com 180 questões de múltipla escolha. No primeiro domingo, 
o estudante precisa responder 90 questões de Ciências Humanas e Linguagens. 
No segundo domingo, é dia de resolver as 90 questões de Ciências da Natureza e
Matemática.

PROVAS ANTERIORES

A prova já contou com inúmeros episódios que quase a suspenderam e também 
já foi vítima de vazamento de cadernos. Além disso, na edição de 2014, um 
caminhão que transportava os gabaritos do exame foi roubado, e participantes 
privados de liberdade foram obrigados a refazer a prova.
Em 2016, por causa do movimento “ocupação nas escolas”, muitos estudantes 
tiveram que fazer a prova em outra data, já que o local em que fariam o exame
 estava ocupado por estudantes protestando.
Até 2017, as provas do segundo domingo podiam ser feitas em 4 horas e 30 minutos. 
A partir do ano passado, os estudantes passaram a ter 5 horas para resolver todas
as questões.
Quer ver como foram as últimas provas e entender como elas se tornaram mais 
conteudistas com o passar do tempo? 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

7 Dicas para dar aulas melhores

Olá!
Estamos chegando ao final das mini férias de janeiro.
E ai? Já tem alguém pensando em como serão suas aulas para motivar os estudantes a estudar?


Bem a pessoa aqui, mesmo de férias estava a procura de novas ideias e olha o que achei:
Essas preciosas dicas do Júlio Clebsch.

1 - Incite, não informe
Uma boa aula não termina em silêncio, ou com os alunos olhando para o relógio. Ela termina com ação concreta. Antes de preparar cada aula, pergunte-se o que você quer que seus alunos aprendam e façam e como você os convence disso?
Olhe em volta, descubra o que pessoas, nas mais diferentes profissões, fazem para conseguir a atenção dos outros. Por exemplo, ao fazer um resumo de uma matéria, não coloque um "título"; imagine-se um repórter e coloque uma manchete. Como aquela matéria seria colocada em um jornal ou revista? Use o espírito das manchetes, não seja literal, nem tente ser um professor do tipo:
Folha: Números Primos encontrados no congresso. 68% dos outros algarismos são contra.
IstoÉ: Denúncia: A conta secreta de Maurício de Nassau. Fernando Henrique poderia estar envolvido, se já fosse nascido.
Zero Hora: O Mar Morto não fica no Rio Grande do Sul. Apesar disso, você precisa conhecê-lo.
Caras: Ferro diz que relacionamento com oxigênio está corroído: "Gás Nobre coisa nenhuma".
2 - Conheça o ambiente
Você nunca vai conseguir a atenção de uma sala sem a conhecer. Onde moram os alunos e como eles vivem - quem vem de um bairro humilde de periferia não tem nada a ver com um morador de condomínio fechado, apesar de, geograficamente, serem vizinhos. Quais informações eles tiveram em classes anteriores, quais seus interesses. Mesmo nas primeiras séries cada pessoa tem suas preferências e o grupo assume determinada personalidade.
3 - No final das contas (e no começo também)
As partes mais importantes de uma aula são os primeiros 30 e os últimos 15 segundos. Todo o resto, infelizmente, pode ser esquecido se você cometer um erro nesses momentos.
Os primeiros 30 segundos (principalmente das primeiras aulas do ano ou semestre) são um festival de conceituação e de cálculo dos discentes. Mesmo inconscientemente, eles respondem às seguintes questões:
·         Quem é esse professor? Qual seu estilo? 
·         O que posso esperar dessa aula hoje e durante todo o ano? 
·         Quanto da minha atenção eu vou dedicar? 
E isso, muitas vezes, sem que você tenha aberto a boca.
4 - Simplifique
Você certamente já presenciou esse fenômeno em algumas palestras: elas acabam meia hora antes do final. Ou seja, o apresentador fala o que tinha que falar, e passa o resto do tempo enrolando. Ou então, pior, gasta metade da apresentação com piadas, truques de mágica, histórias pessoais que levam às lágrimas, "compre meu livro" e aparentados, e o assunto, em si, é só apresentado no final - se isso.
Por isso, uma das regras de ouro de uma boa aula é - simplifique, tanto na linguagem como na escrita. Caso real: reunião de condomínio na praia, uma senhora reclamava que sua TV não funcionava direito.
Explicaram-lhe que era necessário sintonizar em UHF. Ela então perguntou para quê a diferença entre UHF e VHF. Um vizinho prestativo passou a discorrer sobre diferenças na recepção, como uma transmissão poderia interferir na outra, nas características geográficas... Ela continuava com aquela cara de quem não entendia nada. Até que um garoto resumiu a questão em cinco letras:
"AM e FM."
"Ahhh, entendi."
Escrever e falar da maneira mais simples possível não significa suavizar a matéria ou deixar de mencionar conceitos potencialmente "espinhosos". Use e abuse de exemplos e analogias. Divida a informação em blocos curtos, para que seja melhor assimilada.
5 - Ponha emoção
Certo, você tem PhD naquela área, pesquisou o assunto por meses a fio, foi convidado para dar aulas em faculdades européias. Mesmo assim, seus alunos podem não prestar atenção em você. Segundo estudos, o impacto de uma aula é feito de:
·         55% estímulos visuais - como você se apresenta, anda e gesticula; 
·         38% estímulos vocais - como você fala, sua entonação e timbre; 
·         e apenas 7% de conteúdo verbal - o assunto sobre o qual você fala. 
Apoiar-se somente na matéria é uma forma garantida de falar para a parede, já que grande parte dos alunos estará prestando atenção em outra coisa. Treine seus gestos, conte histórias, movimente-se com naturalidade. Passe sua mensagem de forma intererssante.
Para o bem e para o mal, você dá aula para a geração videoclipe. Pessoas que foram criadas em frente aos mais criativos comerciais, em que videogames mostram realidades fantásticas. Entretanto, a tecnologia deve ser encarada como aliada, e não inimiga - apresentações multimídia, aparelhos de som, videocassetes - tudo isso pode ser usado como apoio à sua aula.
6 - A pedra no sapato
Pode ser a bagunça da turma do fundão. No ensino médio e superior, pode ser aquele aluno que duvida de tudo o que você diz pelo simples prazer de duvidar. Ou pode até ser um livro esquecido, ou computador que resolve não funcionar.
De qualquer maneira, grande parte do sucesso de sua aula depende de como você lida com esses inesperados. Responda a uma pergunta de maneira rude ou desinteressada, e você perderá qualquer simpatia que a classe poderia ter por você. Seja educado e solícito - a pior coisa que pode acontecer a um professor é perder a calma.
A razão é cultural e muito simples: tendemos sempre a torcer pelo mais fraco. Neste caso, seu aluno. A classe inteira tomará partido dele, não importa quem tenha a razão.
Se um discípulo fizer um comentário rude, repita o que ele disse e fique em silêncio por alguns instantes - são grandes as chances de ele se arrepender e pedir desculpas. Se for preciso, diga algo como "Estou pensando no que você disse. Podemos falar sobre isso após a aula?" Outra forma de se lidar com a situação é responder a questão na hora, ponderadamente - e para toda a classe, não apenas para quem perguntou. Termine sua exposição fazendo contato visual com outro aluno qualquer, por duas razões - a expressão dele vai lhe dizer o que a turma inteira achou do que você disse, ao mesmo tempo que desistimula outras participações inoportunas do aluno que o interrogou.
Não transforme sua aula em um debate entre você e um aluno - há pelo menos mais 20 e tantas pessoas presentes que merecem sua atenção.
7 - Pratique
Sua aula, como qualquer outra ação, melhora com o treino. Muitos professores se inteiram da matéria, e só treinam a aula uma vez - exatamente quando ela é dada, na frente dos alunos. Não é de se admirar que aconteçam tantos problemas com o ritmo - alguns tópicos são apresentados de maneira arrastada, outras vezes o professor termina o que tem a dizer 20 minutos antes do final da aula. Sem falar nos finais de semestre em que se "corre" com a matéria.
Só há uma maneira de evitar tais desastres. Treine antes. Dê uma aula em casa para seu cônjuge/filhos ou, na falta desses, para o espelho. Não use animais de estimação, são péssimos alunos - seu cachorro gosta de tudo o que você faz e os gatos têm suas próprias prioridades, indecifráveis para as outras espécies. E o que se busca com o treino é,principalmente, uma crítica construtiva.
Essas dicas foram postadas no site abaixo e eu repostei por que tem muita gente precisando de ajuda!!!
Fonte: www.profissaomestre.com.br, no canal EM FOCO





segunda-feira, 12 de março de 2018

Doenças genéticas

As doenças genéticas são aquelas que envolvem alterações no material genético, ou seja, no DNA.
Algumas delas podem possuir o caráter hereditário, sendo repassadas de pais para filhos.
Entretanto, nem toda doença genética é hereditária. Um exemplo é o câncer, ele é causado por alterações no material genético, mas não é transmitido aos descendentes.

Tipos

Existem três tipos de doenças genéticas:
  • Monogenéticas ou mendelianas: Quando apenas um gene é modificado.
  • Multifatorial ou poligênicas: Quando mais de um gene é atingido e ocorre ainda interferência dos fatores ambientais.
  • Cromossômicas: Quando os cromossomos sofrem modificações em sua estrutura e número.
Por exemplo, sabemos que a espécie humana possui 23 pares de cromossomos, caso apresente a falta ou excesso de um deles surge uma doença genética.

Quais as doenças genéticas mais comuns?

As principais doenças genéticas em humanos são:

Síndrome de Down

síndrome de Down é uma alteração genética causada pela presença de um cromossomo extra no par 21.
Os portadores da síndrome apresentam fraqueza muscular, orelhas mais baixas que o normal, leve retardo mental e baixa estatura.

Anemia falciforme

A anemia falciforme é uma alteração genética e com caráter hereditário, na qual as hemácias perdem o seu formato normal e adquirem a forma de foice.
Essa condição dificulta a passagem das hemácias pelos vasos sanguíneos e compromete a oxigenação dos tecidos.

Diabetes

diabetes é uma doença que compromete a produção do hormônio insulina, responsável por controlar o nível de glicose no sangue.
No Brasil, aproximadamente 7% da população possui diabetes.

Câncer

Alguns tipos de câncer são causados por fatores genéticos. O termo representa um conjunto de doenças que se caracterizam pelo crescimento celular desordenado e que pode se espalhar pelo corpo.

Daltonismo

daltonismo é uma herança ligada ao sexo, especificamente ao cromossomo X. Ele caracteriza-se pela incapacidade de distinguir cores, como o vermelho e o verde.
Saiba mais, leia também:

Doenças genéticas raras

Algumas doenças genéticas são extremamente raras, ou seja, apresentam baixa incidência na população. Conheça algumas das mais conhecidas:

Distrofia muscular de Duchene

A distrofia muscular de Duchene possui caráter recessivo e ligado ao cromossomo X. Ela caracteriza-se pela ausência da proteína distrofina, o que leva ao enfraquecimento dos músculos.

Fibrose cística

A fibrose cística é uma herança autossômica recessiva que se caracteriza pela produção de secreções que se acumulam nos pulmões e pâncreas.

Síndrome de Patau

síndrome de Patau ou trissomia do 13 é causada pela presença de um cromossomo a mais no par de número 13.
A doença pode causar uma série de alterações físicas e fisiológicas.

Síndrome de Turner

síndrome de Turner é uma doença genética caracterizada pela presença de apenas um cromossomo sexual X, o que dá origem ao seguinte cariótipo 45, X. Por isso, afeta apenas indivíduos de sexo feminino.
A doença acomete 1 a cada 3.000 nascimentos de mulheres. Além disso, a taxa de aborto pode chegar a até 97%.

Albinismo

albinismo é uma doença de caráter autossômico recessivo. Ele compromete a produção da melanina, o pigmento responsável pela coloração da pele, olhos e pelos.
Por isso, as pessoas afetadas apresentam a pele bastante branca, além de cabelos e olhos claros.

Fenilcetonúria

A fenilcetonúria é uma herança autossômica recessiva. A doença impede a metabolização do aminoácido fenilalanina, o qual acumula-se no sangue e pode comprometer algumas funções do organismo, principalmente no cérebro.

Progeria

A progeria manisfesta-se na infância e caracteriza-se por ser um envelhecimento acelerado, o qual pode ser até 7 vezes mais rápido do que o natural.
Estima-se que atinja 1 a cada 8 milhões de nascidos. É comum que as pessoas com a doença vivam até aos 15 anos de idade.

Hipertricose

A hipertricose é uma condição bastante rara, caracterizada pelo crescimento excessivo dos pelos, os quais cobrem praticamente todo o corpo.
Estima-se que a hipertricose acometa 1 a cada 1 bilhão de nascidos.
Conheça também sobre as Doenças degenerativas.