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domingo, 22 de setembro de 2019

VAMOS FALAR DE UM ASSUNTO SÉRIO!!!

PREVENÇÃO AO SUICÍDIO!!!


Setembro ganha um cor especial em valorização à vida. O amarelo ilumina o mês e alerta sobre a importância da saúde mental e faz com que instituições se mobilizem na ação.
Assim, pessoas, coletivos, entidades, órgãos de saúde e a sociedade em geral recebe o alerta e têm a chance de participar de ações que deixam mais evidente a necessidade de falar sobre o suicídio e a saúde mental.

O que é o Setembro amarelo?

Setembro amarelo é uma campanha do Centro de Valorização da Vida que busca trazer o diálogo sobre o suicídio para a sociedade. Desde 2015 o mês busca a conscientização e a prevenção do suicídio.
No mundo todo, aproximadamente uma pessoa se mata a cada 40 segundos. Só no Brasil, o suicídio é a quarta causa mais comum de morte de jovens. O assunto é um tabu. Não falamos dele. A mídia evita por medo de aumentar os números, as pessoas evitam por medo do assunto em si e com isso, acabamos cortando o diálogo necessário.
Falar sobre suicídio é importante. É uma questão de saúde pública e é extremamente necessário.

Por que o Setembro amarelo é importante?

O Setembro Amarelo é uma campanha que busca trazer o diálogo e prevenir o suicídio. 90% dos suicídios poderia ser evitado com ajuda psicológica. A maioria deles é causada por doenças mentais que não são tratadas porque muita gente nem sabe que precisa de tratamento. Aproximadamente 60% das pessoas que morrem por suicídio não buscam ajuda.

Já pensou se isso se aplicasse a outras doenças? Imagine se 60% das pessoas com fraturas não fosse ao médico ou se 60% dos pacientes com apendicite não se tratasse e você vai perceber que é estranho que tanta gente não busque ajuda. Isso porque nós, como sociedade, não falamos do assunto, não informamos as pessoas.
Parte superior do formulário
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Cerca de 17% dos brasileiros já pensou seriamente em suicídio. 4,8% deles já elaboraram um plano para isso.


Objetivo do Setembro Amarelo

O objetivo do mês de prevenção do suicídio é conscientizar as pessoas deste problema tão grave, que tira tantas vidas todos os anos. O setembro amarelo é um mês de diálogo. É um mês que busca criar conversas sobre o assunto, deixar as pessoas que sofrem com pensamentos suicidas saberem que elas não estão sozinhas e que a morte não é solução.
O Setembro Amarelo busca salvar vidas através da informação e da conversa sobre este assunto sério que ainda é um tabu.

Como surgiu o Setembro Amarelo?

A cor amarela é usada para representar o mês da prevenção do suicídio por causa de Dale Emme e Darlene Emme. O casal foi o início do programa de prevenção de suicídio “fita amarela”, ou “Yellow Ribbon” em inglês.
Em 1994, Mike Emme, filho do casal, com apenas 17, se matou. Mike era conhecido por sua personalidade caridosa e por sua habilidade mecânica. Restaurou um Mustang 68 e o pintou de amarelo. Mike amava aquele carro e por causa dele começou a ser conhecido como “Mustang Mike”.
Entretanto, infelizmente, aqueles próximos de Mike não viram os sinais e o fim da vida do garoto chegou. No dia do funeral dele, uma cesta de cartões com fitas amarelas presas a eles estava disponível para quem quisesse pegá-los. Os 500 cartões e fitas foram feitos pelos amigos de Mike e possuíam uma mensagem: Se você precisar, peça ajuda.
Os cartões se espalharam pelos Estados Unidos. Em poucas semanas começaram a aparecer ligações. Um professor de outro estado havia recebido um dos cartões de uma aluna, pedindo por ajuda. Diversas cartas chegavam de adolescentes buscando ajuda.
A fita amarela foi escolhida como símbolo do programa que incentiva aqueles que têm pensamentos suicidas a buscar ajuda.
Em 2003 a OMS instituiu o dia 10 de setembro para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, e o amarelo do mustang de Mike é a cor escolhida para representar este sentimento.

Diálogo e mídia
Suicídio não é notícia. Isso está em livros de jornalismo. O motivo é o medo de causar o chamado “Efeito Werther”. Este fenômeno ganhou seu nome do livro “Os sofrimentos do jovem Werther”, livro do autor alemão Johan Wolfgang von Goethe, publicado em 1774. No final do livro, que possui um tom depressivo, o jovem Werther se suicida, o que levou a uma suposta onda de suicídios nos jovens europeus da época.
O efeito Werther foi comprovado cientificamente e é chamado de “suicídio por imitação”. Suicídios se tornam mais comuns quando divulgados pela mídia. Por exemplo, após as mortes por suicídio de Marilyn Monroe, em 1962, e de Kurt Cobain, em 1994, as taxas de suicídio americanas tiveram aumentos notáveis.
É por isso que a Organização Mundial da Saúde desaconselha que a mídia exponha métodos ou processos de suicídio: para evitar que esta exposição incentive outras mortes.
Entretanto, os suicídios não são causados pela notícia ou pelo vídeo. As pessoas que se mataram ao ver esse tipo de coisa já tinham tendências antes de assistir e se encontravam no grupo de risco. Pessoas com depressão, pensamentos suicidas, esquizofrenia ou diversas outras doenças mentais não tratadas são vulneráveis ao efeito Werther.
Falar sobre o assunto é extremamente importante justamente para que possamos reduzir o número de pessoas vulneráveis. Para que possamos evitar suicídios, o diálogo é o primeiro passo. Conversar, trazer o assunto à tona e fazer com que essas pessoas saibam que não estão sozinhas e que existem meios de tratar estas doenças.

Centro de Valorização da Vida (CVV)

O centro de valorização da vida é reconhecido como Utilidade Pública Federal desde a década de 70. É uma organização sem fins lucrativos e filantrópica que busca dar apoio emocional e prevenção do suicídio para quem precisa. Desde 2015, é possível entrar em contato com eles através do telefone, de maneira gratuíta.
Basta ligar para o número 188. O atendimento é anônimo e realizado por voluntários que guardam sigilo. Também é possível acessar o chat online, enviar um e-mail ou ir a um dos postos de atendimento físico.
O Setembro Amarelo foi idealizado pelo CVV em 2015 e o mês escolhido é setembro pois é o mesmo mês do Dia Mundial para Prevenção do Suicídio, realizado no dia 10 de setembro.




domingo, 8 de setembro de 2019

Postagem de Aniversário

Hoje fazem nove anos que criei este blog. Espaço de aprendizagem e comunicação onde disponibilizo conteúdos informativos e educativos, além de  atividades realizadas nas escolas onde leciono.
Este instrumento educacional surgiu como tarefa de um curso de mídias digitais na escola onde trabalho e se tornou uma paixão.
Durante estes anos já tivemos várias logomarcas e enfrentamos muitos desafios mais nunca abandonamos o barco das mídias digitais tão importantes nos dias atuais.
vamos relembrar nossas logos







Uma lindeza atrás da outra!!!



quarta-feira, 15 de maio de 2019

TUDO SOBRE O ENEM 2019

Vai tentar uma vaga na universidade e quer saber tudo sobre o Enem 2019?

Então vem com a gente que vamos contar tudo o que você precisa saber para
se preparar para o exame mais popular do país.
Para começar, o Inep divulgou as datas das provas do Enem 2019. Este ano,
elas acontecerão nos dias 3 e 10 de novembro, e as inscrições poderão ser feitas
entre os dias 6 e 17 de maio.
Você vai ficar por dentro da estrutura da prova, entender o que é a nota TRI,
aprender como fazer a sua inscrição e quais os principais conteúdos que fazem
parte do Exame Nacional do Ensino Médio, além de ficar por dentro das principais
datas.

Vamos começar?
O QUE É O ENEM 2019?
O Enem é um dos maiores exames aplicados no país e serve como porta de 
entrada para milhares de estudantes entrarem na faculdade, mas nem sempre 
foi assim. Antes, ele não era utilizado como meio de acesso à educação superior. 
Quer saber mais sobre o exame? Confira, abaixo, um pequeno resumo sobre ele.

QUEM PODE FAZER O ENEM 2019?

Qualquer pessoa que quiser fazer o Enem pode participar do exame. Ele é aberto 
ao público em geral e a sua nota pode ser usada das mais variadas formas.
Seja para testar os conhecimentos, tentar uma vaga em universidade pública por 
meio do Sisu, uma bolsa de estudos em instituição particular usando o Prouni ou 
até mesmo o financiamento estudantil do Fies.
Os estudantes que ainda não estiverem no 3º ano do Ensino Médio e quiserem 
conhecer o exame, podem prestá-lo como treineiros, sem que a nota possa ser
 usada nos programas do governo.
Além disso, a prova também pode ser feita por pessoas privadas de liberdade, 
que estejam cumprindo algum tipo de pena. Para esses casos, existe um edital próprio.
Também existem atendimentos especiais para estudantes que estiverem 
amamentando ou forem gestantes. Nesse caso, é preciso, no ato da inscrição, 
informar a opção lactante ou gestante.

UM POUCO DE HISTÓRIA

O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998 pelo governo federal 
(completando 20 anos em 2018) e é elaborado e mantido pelo Inep — Instituto
 Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.
Originalmente, o objetivo era apenas avaliar o conhecimento dos estudantes 
formandos no Ensino Médio, para medir a qualidade do ensino básico no país.
Foi apenas a partir de 2009 que as notas do exame começaram a ser utilizadas 
como critério de seleção para o preenchimento de vagas nas Instituições de 
Ensino Superior públicas.
Pouco a pouco, as principais universidades do país começaram a adotar o Sisu
que por sua vez utiliza a nota do Enem, como processo seletivo, substituindo 
os tradicionais vestibulares — que mantinham calendários diversos e cobravam
 diferentes conteúdos, pois cada instituição tinha uma banca responsável pela 
elaboração dos concursos.
Saiba como se inscrever no Enem!

VESTIBULAR UNIFICADO
Com a decisão do governo de utilizar o Sisu como seleção unificada nas principais
 universidades, a maioria destas instituições — tanto públicas quanto particulares 
— aceitam a nota do Enem para selecionar seus estudantes.
Esse processo unificado é visto como democrático, pois alunos de regiões menos 
desenvolvidas do país — onde não há muitas instituições de ensino superior — 
podem concorrer a vagas nas melhores universidades em outros Estados.
Algumas instituições ainda não adotaram o Sisu e nem a nota do Enem como 
método de seleção e outras aceitam a nota apenas como uma das etapas do vestibular.
Porém, como as provas do Enem trazem diversas vantagens para os candidatos, 
mesmo que a universidade escolhida por você não adote o exame para o ingresso,
 você não vai ficar de fora dessa, não é mesmo? Confira, abaixo, os principais
 benefícios do Enem!

QUANTAS QUESTÕES TEM O ENEM?

Além da Redação, o Enem é composto por 4 cadernos:
  • Ciências Humanas e Suas Tecnologias: 45 questões
  • Linguagens e Suas Tecnologias: 45 questões
  • Ciências da Natureza e Suas Tecnologias: 45 questões
  • Matemática e Suas Tecnologias: 45 questões
Ao todo, o exame conta com 180 questões de múltipla escolha. No primeiro domingo, 
o estudante precisa responder 90 questões de Ciências Humanas e Linguagens. 
No segundo domingo, é dia de resolver as 90 questões de Ciências da Natureza e
Matemática.

PROVAS ANTERIORES

A prova já contou com inúmeros episódios que quase a suspenderam e também 
já foi vítima de vazamento de cadernos. Além disso, na edição de 2014, um 
caminhão que transportava os gabaritos do exame foi roubado, e participantes 
privados de liberdade foram obrigados a refazer a prova.
Em 2016, por causa do movimento “ocupação nas escolas”, muitos estudantes 
tiveram que fazer a prova em outra data, já que o local em que fariam o exame
 estava ocupado por estudantes protestando.
Até 2017, as provas do segundo domingo podiam ser feitas em 4 horas e 30 minutos. 
A partir do ano passado, os estudantes passaram a ter 5 horas para resolver todas
as questões.
Quer ver como foram as últimas provas e entender como elas se tornaram mais 
conteudistas com o passar do tempo? 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

7 Dicas para dar aulas melhores

Olá!
Estamos chegando ao final das mini férias de janeiro.
E ai? Já tem alguém pensando em como serão suas aulas para motivar os estudantes a estudar?


Bem a pessoa aqui, mesmo de férias estava a procura de novas ideias e olha o que achei:
Essas preciosas dicas do Júlio Clebsch.

1 - Incite, não informe
Uma boa aula não termina em silêncio, ou com os alunos olhando para o relógio. Ela termina com ação concreta. Antes de preparar cada aula, pergunte-se o que você quer que seus alunos aprendam e façam e como você os convence disso?
Olhe em volta, descubra o que pessoas, nas mais diferentes profissões, fazem para conseguir a atenção dos outros. Por exemplo, ao fazer um resumo de uma matéria, não coloque um "título"; imagine-se um repórter e coloque uma manchete. Como aquela matéria seria colocada em um jornal ou revista? Use o espírito das manchetes, não seja literal, nem tente ser um professor do tipo:
Folha: Números Primos encontrados no congresso. 68% dos outros algarismos são contra.
IstoÉ: Denúncia: A conta secreta de Maurício de Nassau. Fernando Henrique poderia estar envolvido, se já fosse nascido.
Zero Hora: O Mar Morto não fica no Rio Grande do Sul. Apesar disso, você precisa conhecê-lo.
Caras: Ferro diz que relacionamento com oxigênio está corroído: "Gás Nobre coisa nenhuma".
2 - Conheça o ambiente
Você nunca vai conseguir a atenção de uma sala sem a conhecer. Onde moram os alunos e como eles vivem - quem vem de um bairro humilde de periferia não tem nada a ver com um morador de condomínio fechado, apesar de, geograficamente, serem vizinhos. Quais informações eles tiveram em classes anteriores, quais seus interesses. Mesmo nas primeiras séries cada pessoa tem suas preferências e o grupo assume determinada personalidade.
3 - No final das contas (e no começo também)
As partes mais importantes de uma aula são os primeiros 30 e os últimos 15 segundos. Todo o resto, infelizmente, pode ser esquecido se você cometer um erro nesses momentos.
Os primeiros 30 segundos (principalmente das primeiras aulas do ano ou semestre) são um festival de conceituação e de cálculo dos discentes. Mesmo inconscientemente, eles respondem às seguintes questões:
·         Quem é esse professor? Qual seu estilo? 
·         O que posso esperar dessa aula hoje e durante todo o ano? 
·         Quanto da minha atenção eu vou dedicar? 
E isso, muitas vezes, sem que você tenha aberto a boca.
4 - Simplifique
Você certamente já presenciou esse fenômeno em algumas palestras: elas acabam meia hora antes do final. Ou seja, o apresentador fala o que tinha que falar, e passa o resto do tempo enrolando. Ou então, pior, gasta metade da apresentação com piadas, truques de mágica, histórias pessoais que levam às lágrimas, "compre meu livro" e aparentados, e o assunto, em si, é só apresentado no final - se isso.
Por isso, uma das regras de ouro de uma boa aula é - simplifique, tanto na linguagem como na escrita. Caso real: reunião de condomínio na praia, uma senhora reclamava que sua TV não funcionava direito.
Explicaram-lhe que era necessário sintonizar em UHF. Ela então perguntou para quê a diferença entre UHF e VHF. Um vizinho prestativo passou a discorrer sobre diferenças na recepção, como uma transmissão poderia interferir na outra, nas características geográficas... Ela continuava com aquela cara de quem não entendia nada. Até que um garoto resumiu a questão em cinco letras:
"AM e FM."
"Ahhh, entendi."
Escrever e falar da maneira mais simples possível não significa suavizar a matéria ou deixar de mencionar conceitos potencialmente "espinhosos". Use e abuse de exemplos e analogias. Divida a informação em blocos curtos, para que seja melhor assimilada.
5 - Ponha emoção
Certo, você tem PhD naquela área, pesquisou o assunto por meses a fio, foi convidado para dar aulas em faculdades européias. Mesmo assim, seus alunos podem não prestar atenção em você. Segundo estudos, o impacto de uma aula é feito de:
·         55% estímulos visuais - como você se apresenta, anda e gesticula; 
·         38% estímulos vocais - como você fala, sua entonação e timbre; 
·         e apenas 7% de conteúdo verbal - o assunto sobre o qual você fala. 
Apoiar-se somente na matéria é uma forma garantida de falar para a parede, já que grande parte dos alunos estará prestando atenção em outra coisa. Treine seus gestos, conte histórias, movimente-se com naturalidade. Passe sua mensagem de forma intererssante.
Para o bem e para o mal, você dá aula para a geração videoclipe. Pessoas que foram criadas em frente aos mais criativos comerciais, em que videogames mostram realidades fantásticas. Entretanto, a tecnologia deve ser encarada como aliada, e não inimiga - apresentações multimídia, aparelhos de som, videocassetes - tudo isso pode ser usado como apoio à sua aula.
6 - A pedra no sapato
Pode ser a bagunça da turma do fundão. No ensino médio e superior, pode ser aquele aluno que duvida de tudo o que você diz pelo simples prazer de duvidar. Ou pode até ser um livro esquecido, ou computador que resolve não funcionar.
De qualquer maneira, grande parte do sucesso de sua aula depende de como você lida com esses inesperados. Responda a uma pergunta de maneira rude ou desinteressada, e você perderá qualquer simpatia que a classe poderia ter por você. Seja educado e solícito - a pior coisa que pode acontecer a um professor é perder a calma.
A razão é cultural e muito simples: tendemos sempre a torcer pelo mais fraco. Neste caso, seu aluno. A classe inteira tomará partido dele, não importa quem tenha a razão.
Se um discípulo fizer um comentário rude, repita o que ele disse e fique em silêncio por alguns instantes - são grandes as chances de ele se arrepender e pedir desculpas. Se for preciso, diga algo como "Estou pensando no que você disse. Podemos falar sobre isso após a aula?" Outra forma de se lidar com a situação é responder a questão na hora, ponderadamente - e para toda a classe, não apenas para quem perguntou. Termine sua exposição fazendo contato visual com outro aluno qualquer, por duas razões - a expressão dele vai lhe dizer o que a turma inteira achou do que você disse, ao mesmo tempo que desistimula outras participações inoportunas do aluno que o interrogou.
Não transforme sua aula em um debate entre você e um aluno - há pelo menos mais 20 e tantas pessoas presentes que merecem sua atenção.
7 - Pratique
Sua aula, como qualquer outra ação, melhora com o treino. Muitos professores se inteiram da matéria, e só treinam a aula uma vez - exatamente quando ela é dada, na frente dos alunos. Não é de se admirar que aconteçam tantos problemas com o ritmo - alguns tópicos são apresentados de maneira arrastada, outras vezes o professor termina o que tem a dizer 20 minutos antes do final da aula. Sem falar nos finais de semestre em que se "corre" com a matéria.
Só há uma maneira de evitar tais desastres. Treine antes. Dê uma aula em casa para seu cônjuge/filhos ou, na falta desses, para o espelho. Não use animais de estimação, são péssimos alunos - seu cachorro gosta de tudo o que você faz e os gatos têm suas próprias prioridades, indecifráveis para as outras espécies. E o que se busca com o treino é,principalmente, uma crítica construtiva.
Essas dicas foram postadas no site abaixo e eu repostei por que tem muita gente precisando de ajuda!!!
Fonte: www.profissaomestre.com.br, no canal EM FOCO





quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Feira de Ciências: a valorização do conhecimento.

As escolas de uma forma geral elaboram atividades a serem desempenhadas com o objetivo de realizar o ato de educar o aluno. 
Na prática, muitas vezes as atividades que deveriam estar voltadas para a formação integral do aluno, não recebem a verdadeira valorização. 

A Feira de Ciências é um dos principais eventos que estão sendo questionados na educação. De que forma acontece? Seus reais objetivos estão sendo atingidos? 
O ideal é que o educador, seja da rede pública ou privada, repense essa questão. 
A melhor forma de aprender é fazendo. Partindo desse princípio, surge a necessidade de registrar o aprendizado através de “projetos científicos”. 

As exposições são consideradas uma das formas mais eficientes de divulgação científica, acontecendo em maior evidência nas escolas de ensino médio e ensino infantil através da feira de ciências. 

Alguns pontos devem ser questionados pelo educador no sentido de realizar uma feira de forma que venha realmente resultar na ampliação do conhecimento do aluno. Observe: 

• Qual é a finalidade de vivenciar uma feira de ciências ou de conhecimentos na escola? 

• Qual a sua relação com os programas escolares? 


• Os trabalhos realizados na feira foram exercidos no sentido de construir o conhecimento ou foram realizados apenas para cumprir o calendário escolar da instituição? 
• Como esse evento poderia se tornar um forte aliado na formação integral dos alunos? 


A feira de ciências deve ser preparada com o intuito de atingir certos objetivos e repensando nas questões questionadas acima, o educador pode propiciar a verdadeira valorização que esse evento merece.

Tal evento tem sido praticado com freqüência nas escolas, visto que se trata de uma divulgação inteligente.
As exposições que são realizadas no evento, quando consideradas interessantes pelos seus espectadores, estimulam a troca de conhecimentos e muitas vezes quando visitadas por empresários, esses utilizam as informações passadas pelos participantes adaptando-as às suas necessidades.

O incentivo à realização da feira de ciências deve ser sempre mantido, é necessário deixar claro para os participantes novatos que raramente eles serão classificados em primeiro lugar em relação à idéia defendida e que quanto mais participar, mais seus conhecimentos e experiências irão se acumular, propiciando cada vez mais o sucesso escolar.

Sugere-se que, enquanto educadores, conscientizem as instituições escolares a repensarem na feira de conhecimentos ou de ciências, dando importância ao evento desde o início do ano letivo, visto que nesse momento é que é construída e reconstruída a proposta pedagógica da escola.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola