Mostrando postagens com marcador Novo Ensino Medio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Novo Ensino Medio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Sobre Biologia!!!



A disciplina de Biologia é o campo das ciências naturais, que estuda o comportamento dos organismos, seja de forma individual ou em seu coletivo, de acordo com os níveis de organização, tem como foco principal o estudo de cada espécie, animal ou vegetal, observada como um agente ativo e passivo integrante do meio ambiente.

 Assim sendo a compreensão da biologia como estudo da vida, nos revela a essência de um equilíbrio envolvendo os padrões do funcionamento orgânico, (considerando a diversidade das espécies) e os fatores puramente físico-químicos. Esse último, regendo os mecanismos de existência, manutenção e propagação dos seres vivos, cada um inserido no tempo e no espaço específico.

Nesse sentido, o entendimento dos princípios biológicos pode ajudar a lidar de forma mais relacionada, à abrangência das relações harmônicas e desarmônicas quando em conjunto com o meio biótico e abiótico.

Por esse motivo, a visão de ciência transmitida aos níveis de ensino: fundamental e médio, necessita explorar os conteúdos de forma mais didática possível, aproximando os conteúdos à realidade dos alunos.

Os assuntos que envolvem aspectos em escala microscópica, por exemplo, o estudo molecular do material hereditário (o DNA) e até mesmo a importância de seres tão pequenos como as bactérias, devem ser explicados atendendo a ótica minuciosa da matéria, tornando-se visíveis a todas as formas de percepção por parte do educando.

Visto isso o(a) educador(a), mesmo contra o tempo, carência de recursos e demais condições em oposição, precisa de forma criativa trabalhar com mais ênfase a ciência, destacando que a Biologia é uma ciência que busca respostas e interpretações aos eventos da natureza.


Maria da Conceição Gomes de Castro
Graduada em Biologia

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

7 Dicas para dar aulas melhores

Olá!
Estamos chegando ao final das mini férias de janeiro.
E ai? Já tem alguém pensando em como serão suas aulas para motivar os estudantes a estudar?


Bem a pessoa aqui, mesmo de férias estava a procura de novas ideias e olha o que achei:
Essas preciosas dicas do Júlio Clebsch.

1 - Incite, não informe
Uma boa aula não termina em silêncio, ou com os alunos olhando para o relógio. Ela termina com ação concreta. Antes de preparar cada aula, pergunte-se o que você quer que seus alunos aprendam e façam e como você os convence disso?
Olhe em volta, descubra o que pessoas, nas mais diferentes profissões, fazem para conseguir a atenção dos outros. Por exemplo, ao fazer um resumo de uma matéria, não coloque um "título"; imagine-se um repórter e coloque uma manchete. Como aquela matéria seria colocada em um jornal ou revista? Use o espírito das manchetes, não seja literal, nem tente ser um professor do tipo:
Folha: Números Primos encontrados no congresso. 68% dos outros algarismos são contra.
IstoÉ: Denúncia: A conta secreta de Maurício de Nassau. Fernando Henrique poderia estar envolvido, se já fosse nascido.
Zero Hora: O Mar Morto não fica no Rio Grande do Sul. Apesar disso, você precisa conhecê-lo.
Caras: Ferro diz que relacionamento com oxigênio está corroído: "Gás Nobre coisa nenhuma".
2 - Conheça o ambiente
Você nunca vai conseguir a atenção de uma sala sem a conhecer. Onde moram os alunos e como eles vivem - quem vem de um bairro humilde de periferia não tem nada a ver com um morador de condomínio fechado, apesar de, geograficamente, serem vizinhos. Quais informações eles tiveram em classes anteriores, quais seus interesses. Mesmo nas primeiras séries cada pessoa tem suas preferências e o grupo assume determinada personalidade.
3 - No final das contas (e no começo também)
As partes mais importantes de uma aula são os primeiros 30 e os últimos 15 segundos. Todo o resto, infelizmente, pode ser esquecido se você cometer um erro nesses momentos.
Os primeiros 30 segundos (principalmente das primeiras aulas do ano ou semestre) são um festival de conceituação e de cálculo dos discentes. Mesmo inconscientemente, eles respondem às seguintes questões:
·         Quem é esse professor? Qual seu estilo? 
·         O que posso esperar dessa aula hoje e durante todo o ano? 
·         Quanto da minha atenção eu vou dedicar? 
E isso, muitas vezes, sem que você tenha aberto a boca.
4 - Simplifique
Você certamente já presenciou esse fenômeno em algumas palestras: elas acabam meia hora antes do final. Ou seja, o apresentador fala o que tinha que falar, e passa o resto do tempo enrolando. Ou então, pior, gasta metade da apresentação com piadas, truques de mágica, histórias pessoais que levam às lágrimas, "compre meu livro" e aparentados, e o assunto, em si, é só apresentado no final - se isso.
Por isso, uma das regras de ouro de uma boa aula é - simplifique, tanto na linguagem como na escrita. Caso real: reunião de condomínio na praia, uma senhora reclamava que sua TV não funcionava direito.
Explicaram-lhe que era necessário sintonizar em UHF. Ela então perguntou para quê a diferença entre UHF e VHF. Um vizinho prestativo passou a discorrer sobre diferenças na recepção, como uma transmissão poderia interferir na outra, nas características geográficas... Ela continuava com aquela cara de quem não entendia nada. Até que um garoto resumiu a questão em cinco letras:
"AM e FM."
"Ahhh, entendi."
Escrever e falar da maneira mais simples possível não significa suavizar a matéria ou deixar de mencionar conceitos potencialmente "espinhosos". Use e abuse de exemplos e analogias. Divida a informação em blocos curtos, para que seja melhor assimilada.
5 - Ponha emoção
Certo, você tem PhD naquela área, pesquisou o assunto por meses a fio, foi convidado para dar aulas em faculdades européias. Mesmo assim, seus alunos podem não prestar atenção em você. Segundo estudos, o impacto de uma aula é feito de:
·         55% estímulos visuais - como você se apresenta, anda e gesticula; 
·         38% estímulos vocais - como você fala, sua entonação e timbre; 
·         e apenas 7% de conteúdo verbal - o assunto sobre o qual você fala. 
Apoiar-se somente na matéria é uma forma garantida de falar para a parede, já que grande parte dos alunos estará prestando atenção em outra coisa. Treine seus gestos, conte histórias, movimente-se com naturalidade. Passe sua mensagem de forma intererssante.
Para o bem e para o mal, você dá aula para a geração videoclipe. Pessoas que foram criadas em frente aos mais criativos comerciais, em que videogames mostram realidades fantásticas. Entretanto, a tecnologia deve ser encarada como aliada, e não inimiga - apresentações multimídia, aparelhos de som, videocassetes - tudo isso pode ser usado como apoio à sua aula.
6 - A pedra no sapato
Pode ser a bagunça da turma do fundão. No ensino médio e superior, pode ser aquele aluno que duvida de tudo o que você diz pelo simples prazer de duvidar. Ou pode até ser um livro esquecido, ou computador que resolve não funcionar.
De qualquer maneira, grande parte do sucesso de sua aula depende de como você lida com esses inesperados. Responda a uma pergunta de maneira rude ou desinteressada, e você perderá qualquer simpatia que a classe poderia ter por você. Seja educado e solícito - a pior coisa que pode acontecer a um professor é perder a calma.
A razão é cultural e muito simples: tendemos sempre a torcer pelo mais fraco. Neste caso, seu aluno. A classe inteira tomará partido dele, não importa quem tenha a razão.
Se um discípulo fizer um comentário rude, repita o que ele disse e fique em silêncio por alguns instantes - são grandes as chances de ele se arrepender e pedir desculpas. Se for preciso, diga algo como "Estou pensando no que você disse. Podemos falar sobre isso após a aula?" Outra forma de se lidar com a situação é responder a questão na hora, ponderadamente - e para toda a classe, não apenas para quem perguntou. Termine sua exposição fazendo contato visual com outro aluno qualquer, por duas razões - a expressão dele vai lhe dizer o que a turma inteira achou do que você disse, ao mesmo tempo que desistimula outras participações inoportunas do aluno que o interrogou.
Não transforme sua aula em um debate entre você e um aluno - há pelo menos mais 20 e tantas pessoas presentes que merecem sua atenção.
7 - Pratique
Sua aula, como qualquer outra ação, melhora com o treino. Muitos professores se inteiram da matéria, e só treinam a aula uma vez - exatamente quando ela é dada, na frente dos alunos. Não é de se admirar que aconteçam tantos problemas com o ritmo - alguns tópicos são apresentados de maneira arrastada, outras vezes o professor termina o que tem a dizer 20 minutos antes do final da aula. Sem falar nos finais de semestre em que se "corre" com a matéria.
Só há uma maneira de evitar tais desastres. Treine antes. Dê uma aula em casa para seu cônjuge/filhos ou, na falta desses, para o espelho. Não use animais de estimação, são péssimos alunos - seu cachorro gosta de tudo o que você faz e os gatos têm suas próprias prioridades, indecifráveis para as outras espécies. E o que se busca com o treino é,principalmente, uma crítica construtiva.
Essas dicas foram postadas no site abaixo e eu repostei por que tem muita gente precisando de ajuda!!!
Fonte: www.profissaomestre.com.br, no canal EM FOCO





quinta-feira, 26 de julho de 2018

Pensando no ENEM 2018

Novembro está cada vez mais perto e começa a bater aquele pânico: o Enem está chegando! Preparamos um Raio-X das provas com o que você precisa saber para se dar bem. Respira fundo e vem com a gente!

– O que eu devo estudar? O que vai cair na prova? – 


Teremos um post sobre cada área de conhecimento e, de quebra um deles explicará como o Método de Avaliação do ENEM (Teoria de Resposta ao Item -TRI) funciona. Ah, e se você ainda tiver alguma dúvida sobre como o Enem funciona, confere aqui no nosso Guia!

– Começamos com o Raio-X da prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias com os professores André, Andressa e Vinícius! – 


Perfil da prova

O professor André Corleta dá a dica: as questões do Enem são produzidas pensando na aplicação prática dos conteúdos e são, em sua maioria, focadas no Brasil (como utilização de índices brasileiros nas questões de Matemática, por exemplo).
A prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias conta com 45 questões: em média 15 por matéria. É uma prova que contextualiza as questões com abordagem do cotidiano, notícias, descobertas científicas, acontecimentos recentes e etc. Uma característica  dessa prova é a separação de conteúdos, isto é, não há questões interdisciplinares. O enunciado das questões pode apresentar assuntos que envolvam diferentes matérias entretanto o conteúdo para responder será específico de uma das disciplinas que compõem a prova (biologia, química ou física).

– E lembre-se: você terá no máximo 3 minutos para resolver cada questão (e isso inclui o tempo para preencher a grade de respostas). – 


O que estudar!

1 Jesse Orrico – Unsplash.com

Biologia

A professora Andressa Helrighel conta que o perfil da prova de biologia no Enem tem mudado bastante nos últimos anos. Ela tem sido mais objetiva e as questões foram redistribuídas em relação aos conteúdos, antes muito concentradas na ecologia. 

“Os assuntos Ecologia, Fisiologia e Genética foram apresentados de forma mais equilibrada nas últimas três provas, então te puxa nestes conteúdos!”


É sempre bom lembrar dos tópicos recentes no mundo da Biologia:  Em 2016, o nascimento da ovelha Dolly (te liga na clonagem!) completou 20 anos; a técnica CRISPR/CAS9 (edição gênica); o rompimento da barragem de Mariana e o vazamento da lama no oceano; Zika e microcefalia, Dengue, Chikungunya.

Física

O professor André afirma: dê ênfase nos estudos sobre ondulatória (frequência e velocidade das ondas, ondas mecânicas), na Mecânica Newtoniana (cinética, interpretação dos movimentos, forças) e na eletrodinâmica (circuitos com lâmpadas, fusíveis).

Química

O professor Vinícius Millán dá as dicas para a prova de Química: “Não deixe de estudar química orgânica, equilíbrio químico, cálculos químicos e assuntos relacionados a química ambiental, por exemplo, a chuva ácida. A prova aplicará esses conceitos usando notícias, histórias, tarefas do dia a dia”.





terça-feira, 24 de julho de 2018

Principais Hormônios do Corpo Humano

Em artigo recente, revisamos um importante assunto da disciplina de Biologia que faz parte do conteúdo programático do Enem: os fitormônios ou hormônios vegetais e como estas substâncias atuam nas plantas (leia na íntegra). Mas como os hormônios agem nos humanos? Como e onde são produzidos? Quais são os principais e onde eles atuam? Esse será o objeto de estudo desta matéria.Antes de mais nada é importante ressaltar os impactos positivos e negativos que a fabricação e aplicação artificial de tais hormônios refletem nos seres humanos e nos ecossistemas em geral, uma vez que tais processos têm ocorrido com frequência cada vez maior devido às inovações tecnológicas relacionadas ao corpo humano.Os hormônios são substâncias químicas que têm a função de regular a atividade das células do nosso organismo. Podem ser produzidos nas diferentes partes do corpo humano que constituem o sistema endócrino. Um exemplo é a hipófise, localizada no encéfalo e chamada também de glândula mestre, pois controla o funcionamento de outras glândulas; glândulas sexuais; tireoide e paratireoide; pâncreas e glândulas suprarrenais. Também é importante compreender que cada hormônio possui células-alvo, as únicas nas quais ele atua.Dentre os principais, podemos citar hormônio do crescimento, chamado GH, folículo estimulante, ou FSH, luteinizante, ou LH, estrógeno, progesterona, prolactina, testosterona, insulina, glucagon, adrenalina, noradrenalina, melatonina, dopamina, serotonina, tiroxina e antidiurético. Vamos entender um pouco sobre cada um deles.O hormônio do crescimento (GH) é produzido pela hipófise e, como o próprio nome sugere, é responsável por regular o crescimento do corpo. Quando há uma deficiência na produção desta substância, a pessoa não apresenta um crescimento normal, podendo ocorrer o nanismo quando em falta ou, quando se encontra em excesso, há um crescimento além do comum de algumas partes do corpo, como pés, mãos, orelhas e nariz.
Após publicação de diversos estudos científicos relacionados à este hormônio, notou-se que bactérias também podem produzi-lo, o que levou a usos na medicina, seja em crianças que apresentam deficiência em sua produção e que podem não apresentar nanismo no caso da aplicação de GH no organismo, ou de adultos que também possuem deficiência na produção do hormônio e passam por problemas como por exemplo aumento da quantidade de gordura no corpo e diminuição da massa magra. Entretanto, muitas vezes o GH é utilizado em excesso, especialmente por quem quer adquirir mais músculos com menor esforço, o que pode levar a uma acromegalia, ou seja, crescimento excessivo de diferentes partes do corpo, além da possibilidade de desenvolver doenças.Já o hormônio folículo estimulante (FSH) age nos ovários e testículos, estimulando os processos de ovulogênese, ou seja, produção de gametas femininos, e espermatogênese, produção de gametas masculinos. O luteinizante (LH) estimula a ovulação nas mulheres e a secreção de testosterona nos homens. Ambos também são produzidos na hipófise.O estrógeno, ou estrogênio, e a progesterona são hormônios sexuais femininos produzidos nos ovários. O primeiro é responsável pela formação de características sexuais secundárias, como crescimento das mamas, dos quadris e dos pelos pubianos, bem como pela diferença no tom de voz.Além disso, ele é responsável pela formação do endométrio durante o ciclo menstrual, o qual se desprende quando nenhum espermatozoide fecunda um óvulo e ocorre a menstruação, ou não se desprende e é o local onde ocorre a nidação, quando o óvulo é fecundado. A progesterona também atua na formação do endométrio, sendo responsável por seu desprendimento. Já a prolactina, produzida na hipófise, atua na produção de leite.A testosterona, produzida nos testículos, é um hormônio sexual masculino, responsável pela formação de características sexuais secundárias, pela produção de espermatozoides e pelos genitais externos.A insulina é o hormônio que estimula a captação de glicose pelas células, diminuindo sua concentração na corrente sanguínea. Já o glucagon estimula a liberação da glicose no sangue, aumentando sua concentração. O termo glicemia, que refere-se justamente a concentração de glicose na corrente sanguínea, está fortemente relacionado a estes dois hormônios.A adrenalina e a noradrenalina são produzidas na medula adrenal e secretadas pelas suprarrenais. Atuam no estímulo do sistema nervoso simpático, principalmente em caso de medo, estresse ou fortes emoções.

Enquanto a adrenalina prepara o corpo para possíveis ações de defesa nas circunstâncias que geraram medo ou estresse, a noradrenalina mantém a pressão sanguínea constante.A melatonina atua na regulação do nosso metabolismo durante o dia e a noite. Este hormônio é responsável pela regulação do sono e, em alguns laboratórios é fabricado artificialmente e vendido para pessoas que sofrem de insônia ou outros problemas relacionados ao sono, lembrada que a venda de tais produtos não é permitida no Brasil.A dopamina é o hormônio responsável pela sensação de bem-estar e é liberada depois da prática de esportes e atividades físicas ou da prática sexual, por exemplo. Fazer exercícios proporciona maior disposição devido à liberação deste hormônio no corpo, que quando encontra-se em níveis baixos, causa a sensação de “menos energia” para realizar as tarefas do dia a dia.A serotonina atua de diversas formas no organismo. Ela é responsável por regular o humor, o sono e o apetite. Níveis de serotonina abaixo do normal podem gerar problemas como ansiedade, depressão e enxaqueca, além de quadros relacionados a falta de sono e de apetite. Os alimentos ricos em triptofano e a prática de atividades físicas aumentam a concentração deste hormônio no organismo, justificando a importância de comer alimentos como carne, peixe, leite e ovo por exemplo.A tiroxina, também conhecida como T4, e a tri-iodotironina, conhecida como T3, são produzidas pela tireoide e atuam em diferentes partes do corpo, como cérebro, coração, intestino, músculos e ossos, regulando o metabolismo, e tanto a falta quanto o excesso geram problemas ao organismo. Quando o hormônio encontra-se em quantidade menor que a normal ocorre o hipotireoidismo e, em quantidade maior, ocorre o hipertireoidismo.O hormônio antidiurético, também chamado ADH ou vasopressina, age nos rins e regula a retenção de água no corpo, proporcionando um equilíbrio osmótico e regulando a pressão arterial.

É possível observar, portanto, que os hormônios atuam de diferentes maneiras do nosso corpo e estimulam as células a desempenhar distintas funções. É fundamental entender como cada um deles age e as diferenças entre eles.Há como associá-los aos hormônios vegetais, que estudamos no artigo anterior, e entender as semelhanças entre as plantas e os animais em relação a estes estímulos. Nos dois casos, alguns hormônios podem ser produzidos natural ou artificialmente e estes últimos podem ser vantajosos ou desvantajosos. Os hormônios humanos podem ser produzidos artificialmente e utilizados no controle de doenças ou distúrbios do corpo, entretanto, também podem ser utilizados em excesso, seja aumentando a massa muscular, perdendo peso ou perdendo gordura. Portanto, é preciso entender como eles funcionam e utilizar da forma correta, de modo a não causar danos ao organismo.





segunda-feira, 12 de março de 2018

Exercicios


Exercício Resolvido
1. (UFU-MG) Em experimentos envolvendo três características independentes (tri-hibridismo), se for realizado um cruzamento entre indivíduos AaBbCc, a frequência de descendentes AABbcc será igual a:
a) 8/64
b) 1/16
c) 3/64
d) 1/4
e) 1/32

Resolução

Para resolver a questão deve-se realizar o cruzamento dos alelos:
Aa x Aa → AA AaAa aa = frequência de1/4;
Bb x Bb → BB Bb Bb bb = frequência de 1/2;
Cc x Cc → CC Cc Cc cc = frequência de 1/4.
Ao somar as frequências, temos: 1/4 x 1/2 x 1/4 = 1/32.
Resposta: letra e) 1/32

Exercícios de Vestibular
1. (FUVEST-2007) Em cães labradores, dois genes, cada um com dois alelos (B/b e E/e), condicionam as três pelagens típicas da raça: preta, marrom e dourada. A pelagem dourada é condicionada pela presença do alelo recessivo e em homozigose no genótipo. Os cães portadores de pelo menos um alelo dominante E serão pretos, se tiverem pelo menos um alelo dominante B; ou marrons, se forem homozigóticos bb. O cruzamento de um macho dourado com uma fêmea marrom produziu descendentes pretos, marrons e dourados. O genótipo do macho é
a) Ee BB.
b) Ee Bb.
c) ee bb.
d) ee BB.
e) ee Bb.


2. (Unifor-2000) Em determinado animal, pelagem escura é condicionada por um alelo dominante e a clara, pelo recessivo. Cauda longa é determinada por um alelo dominante e a curta, pelo alelo recessivo. Cruzando-se indivíduos duplo-heterozigóticos com indivíduos com características recessivas, obtiveram-se:
25% pelagem escura e cauda longa
25% pelagem escura e cauda curta
25% pelagem clara e cauda longa
25% pelagem clara e cauda curta
Esses resultados sugerem tratar-se de um caso de:
a) herança quantitativa.
b) interação gênica.
c) segregação independente.
d) genes em ligação completa.
e) genes em ligação incompleta.


3. (Fuvest) O cruzamento entre duas linhagens de ervilhas, uma com sementes amarelas e lisas (VvRr) e outra com sementes amarelas e rugosas (Vvrr), originou 800 indivíduos. Quantos indivíduos devem ser esperados para cada um dos fenótipos obtidos?
a) amarelas-lisas = 80; amarelas-rugosas = 320; verdes-lisas = 320; verdes-rugosas = 80.
b) amarelas-lisas = 100; amarelas-rugosas = 100; verdes-lisas = 300; verdes-rugosas = 300.
c) amarelas-lisas = 200; amarelas-rugosas = 200; verdes-lisas = 200; verdes-rugosas = 200.
d) amarelas-lisas = 300; amarelas-rugosas = 300; verdes-lisas = 100; verdes-rugosas = 100.
e) amarelas-lisas = 450; amarelas-rugosas = 150; verdes-lisas = 150; verdes-rugosas = 50.






Vamos trabalhar um pouco!!!

Exercício Resolvido

1. (FUC-MT) Cruzando-se ervilhas verdes vv com ervilhas amarelas Vv, os descendentes serão:
a) 100% vv, verdes;
b) 100% VV, amarelas;
c) 50% Vv, amarelas; 50% vv, verdes;
d) 25% Vv, amarelas; 50% vv, verdes; 25% VV, amarelas;
e) 25% vv, verdes; 50% Vv, amarelas; 25% VV, verdes.

Resolução

Para resolver a questão deve-se realizar o cruzamento entre as ervilhas verdes recessivas (vv) e ervilhas amarelas heterozigóticas dominantes (Vv):
Vv x vv → os genótipos originados são: Vv Vv vv vv
Logo, temos 50% de Vv (ervilhas amarelas) e 50% vv (ervilhas verdes).
Resposta: Letra c) 50% Vv, amarelas; 50% vv, verdes.

Exercícios

1. (Unifor-CE) Um estudante, ao iniciar o curso de Genética, anotou o seguinte:
I. Cada caráter hereditário é determinado por um par de fatores e, como estes se separam na formação dos gametas, cada gameta recebe apenas um fator do par.
II. Cada par de alelos presentes nas células diploides separa-se na meiose, de modo que cada célula haploide só recebe um alelo do par.
III. Antes da divisão celular se iniciar, cada molécula de DNA se duplica e, na mitose, as duas moléculas resultantes se separam, indo para células diferentes.
A primeira lei de Mendel está expressa em:
a) I, somente.
b) II, somente.
c) I e II, somente.
d) II e III, somente.
e) I, II e III.
c) I e II, somente.
2. (PUC-SP) - Sabe-se que, em determinada raça de gatos, a pelagem preta uniforme é condicionada por um gene dominante B e a pelagem branca uniforme, pelo seu alelo recessivo b. Do cruzamento de um casal de gatos pretos, ambos heterozigotos, espera-se que nasçam:
a) 100% de gatos pretos.
b) 100% de gatos brancos.
c) 25% de gatos pretos, 50% de malhados e 25% de brancos.
d) 75% de gatos pretos e 25% de gatos brancos.
e) 100% de gatos malhados.
d) 75% de gatos pretos e 25% de gatos brancos.
3. (UNIFESP-2008) Uma planta A e outra B, com ervilhas amarelas e de genótipos desconhecidos, foram cruzadas com plantas C que produzem ervilhas verdes. O cruzamento A x C originou 100% de plantas com ervilhas amarelas e o cruzamento B x C originou 50% de plantas com ervilhas amarelas e 50% verdes. Os genótipos das plantas A, B e C são, respectivamente,
a) Vv, vv, VV.
b) VV, vv, Vv.
c) VV, Vv, vv.
d) vv, VV, Vv.
e) vv, Vv, VV
c) VV, Vv, vv.