Mostrando postagens com marcador Concurso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Concurso. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Feira de Ciências 2019 na Escola Etelvina Gomes Bezerra


A melhor maneira de se aprender alguma coisa é praticando, mesmo que algo saia errado. Ler bons livros, revistas, assistir sempre as aulas de ciências com atenção, participar de eventos em outros colégios ou instituições nos fornecem um vasto conhecimento, mas só conseguimos aprender verdadeiramente quando colocamos em prática os conhecimentos adquiridos. Eu sempre digo que devemos fazer seja certo ou errado, isto quer dizer que se for certo ótimo, nota 10, se for errado aprendemos a não mais errar, portanto devemos sempre ser ousados pois, a palavra experimentação na ciência já diz tudo. Quantos experimentos foram feitos sem êxito até que se chegasse à cura de uma determinada doença ou a descoberta de um determinado medicamento ou equipamento.
Para realizar um experimento devemos ter as mesmas responsabilidades que um profissional da área científica, ou seja:
Organizar.

Observar.

Pesquisar.

Investigar.

Adotar critérios para a pesquisa utilizando a ética.

Experimentar e validar resultados das fases do experimento.

Garantir total segurança e qualidade durante a elaboração da pesquisa.

Fazer uma boa apresentação da conclusão do experimento. 


Assim se deu as atividades voltadas para a Feira de Ciências 2019 na escola. Com disciplina estudo e muita diversão podemos desenvolver trabalhos voltados aos conteúdos ja estudados no primeiro e segundo período deste ano.

Apresentamos apenas três projetos pois escolhemos focar no que mais interessou aos  estudantes.

# Microscopia básica 
#Segurança no Laboratório 
#Mostra dos trabalhos realizados voltados para A Flora da Caatinga

Tivemos como formas de trabalhar a pesquisa a visitação e o conhecimento de tudo que nos cerca como principais focos.

Vejamos as fotos do desenrolar das atividades...

                                            EQUIPE DE PROFESSORES DA ESCOLA

                                    ESTUDANTES DO 1º ANO A - PROJETO MICROSCOPIA
 ESTUDANTES DO 1º ANO A - PROJETO MICROSCOPIA
 ESTUDANTES DO 1º ANO A - PROJETO MICROSCOPIA
 ESTUDANTES DO 1º ANO A - PROJETO MICROSCOPIA
                           ESTUDANTE DO 3º ANO A - CICLO DE VIDA DAS ESTRELAS

 PROFESSORA DE BIOLOGIA TURNO MANHA
 ESTUDANTES DO 1º ANO A - PROJETO MICROSCOPIA
 ESTUDANTES PRESTIGIANDO O TRABALHO DOS COLEGAS - 2º ANO C
                                                 CARTAZ DO MICROSCOPIO
 ESTUDANTES DO 1º ANO B -PROJETO SEGURANÇA NO LABORATÓRIO 
 ESTUDANTES DO 3º ANO A - MOSTRA DE TRABALHOS SOBRE A FLORA DA CAATINGA
 ESTUDANTES DO 1º ANO A - PROJETO MICROSCOPIA

  ESTUDANTES DO 3º ANO A - MOSTRA DE TRABALHOS SOBRE A FLORA DA CAATINGA

  3º ANO A - MOSTRA DE TRABALHOS SOBRE A FLORA DA CAATINGA

 3º ANO A - MOSTRA DE TRABALHOS SOBRE A FLORA DA CAATINGA 2º E 3º ANOS A
 ESTUDANTES DO 1º ANO B -PROJETO SEGURANÇA NO LABORATÓRIO 
                ESTUDANTES DO 1º ANO B -PROJETO SEGURANÇA NO LABORATÓRIO

EXCELENTES TRABALHOS E EXCELENTES APRESENTAÇÕES DOS NOSSOS ESTUDANTES A TARDE TAMBÉM TEVE MAS NÃO PUDE COMPARECER.

A exposição de um determinado experimento ou pesquisa em uma feira de ciência escolar apresentado com muita organização, um interessante material visual e escrito pode transmitir muitas informações para profissionais da área científica que assimilam tudo, bem como para as demais profissões menos especializadas que sempre encontram alguma coisa de interessante para enriquecer seu conhecimento.
Hoje em dia quase todas as instituições de ensino fazem uso das “Feiras de Ciência” onde, não podemos negar, são divulgados vários experimentos estimulando com isso o intercâmbio de conhecimentos entre instituições escolares e em conseqüência o progresso na área científica incentivando o jovem estudante, bem como fazendo-se valer de um instrumento educativo de alto nível de rendimento escolar. Muitos profissionais da área buscam nessas feiras resultados para problemas através das técnicas apresentadas nos trabalhos dando assim oportunidades de crescimento aos expositores que mais se destacam.
A cada ano que passa os alunos se aprimoram mais até chegar ao primeiro lugar na apresentação de pesquisa em uma feira de ciência, por isso não desanime, não se deve desistir e sim adquirir experiência e procurar melhorar identificando erros e caprichando mais para o próximo ano e a próxima feira.






sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

7 Dicas para dar aulas melhores

Olá!
Estamos chegando ao final das mini férias de janeiro.
E ai? Já tem alguém pensando em como serão suas aulas para motivar os estudantes a estudar?


Bem a pessoa aqui, mesmo de férias estava a procura de novas ideias e olha o que achei:
Essas preciosas dicas do Júlio Clebsch.

1 - Incite, não informe
Uma boa aula não termina em silêncio, ou com os alunos olhando para o relógio. Ela termina com ação concreta. Antes de preparar cada aula, pergunte-se o que você quer que seus alunos aprendam e façam e como você os convence disso?
Olhe em volta, descubra o que pessoas, nas mais diferentes profissões, fazem para conseguir a atenção dos outros. Por exemplo, ao fazer um resumo de uma matéria, não coloque um "título"; imagine-se um repórter e coloque uma manchete. Como aquela matéria seria colocada em um jornal ou revista? Use o espírito das manchetes, não seja literal, nem tente ser um professor do tipo:
Folha: Números Primos encontrados no congresso. 68% dos outros algarismos são contra.
IstoÉ: Denúncia: A conta secreta de Maurício de Nassau. Fernando Henrique poderia estar envolvido, se já fosse nascido.
Zero Hora: O Mar Morto não fica no Rio Grande do Sul. Apesar disso, você precisa conhecê-lo.
Caras: Ferro diz que relacionamento com oxigênio está corroído: "Gás Nobre coisa nenhuma".
2 - Conheça o ambiente
Você nunca vai conseguir a atenção de uma sala sem a conhecer. Onde moram os alunos e como eles vivem - quem vem de um bairro humilde de periferia não tem nada a ver com um morador de condomínio fechado, apesar de, geograficamente, serem vizinhos. Quais informações eles tiveram em classes anteriores, quais seus interesses. Mesmo nas primeiras séries cada pessoa tem suas preferências e o grupo assume determinada personalidade.
3 - No final das contas (e no começo também)
As partes mais importantes de uma aula são os primeiros 30 e os últimos 15 segundos. Todo o resto, infelizmente, pode ser esquecido se você cometer um erro nesses momentos.
Os primeiros 30 segundos (principalmente das primeiras aulas do ano ou semestre) são um festival de conceituação e de cálculo dos discentes. Mesmo inconscientemente, eles respondem às seguintes questões:
·         Quem é esse professor? Qual seu estilo? 
·         O que posso esperar dessa aula hoje e durante todo o ano? 
·         Quanto da minha atenção eu vou dedicar? 
E isso, muitas vezes, sem que você tenha aberto a boca.
4 - Simplifique
Você certamente já presenciou esse fenômeno em algumas palestras: elas acabam meia hora antes do final. Ou seja, o apresentador fala o que tinha que falar, e passa o resto do tempo enrolando. Ou então, pior, gasta metade da apresentação com piadas, truques de mágica, histórias pessoais que levam às lágrimas, "compre meu livro" e aparentados, e o assunto, em si, é só apresentado no final - se isso.
Por isso, uma das regras de ouro de uma boa aula é - simplifique, tanto na linguagem como na escrita. Caso real: reunião de condomínio na praia, uma senhora reclamava que sua TV não funcionava direito.
Explicaram-lhe que era necessário sintonizar em UHF. Ela então perguntou para quê a diferença entre UHF e VHF. Um vizinho prestativo passou a discorrer sobre diferenças na recepção, como uma transmissão poderia interferir na outra, nas características geográficas... Ela continuava com aquela cara de quem não entendia nada. Até que um garoto resumiu a questão em cinco letras:
"AM e FM."
"Ahhh, entendi."
Escrever e falar da maneira mais simples possível não significa suavizar a matéria ou deixar de mencionar conceitos potencialmente "espinhosos". Use e abuse de exemplos e analogias. Divida a informação em blocos curtos, para que seja melhor assimilada.
5 - Ponha emoção
Certo, você tem PhD naquela área, pesquisou o assunto por meses a fio, foi convidado para dar aulas em faculdades européias. Mesmo assim, seus alunos podem não prestar atenção em você. Segundo estudos, o impacto de uma aula é feito de:
·         55% estímulos visuais - como você se apresenta, anda e gesticula; 
·         38% estímulos vocais - como você fala, sua entonação e timbre; 
·         e apenas 7% de conteúdo verbal - o assunto sobre o qual você fala. 
Apoiar-se somente na matéria é uma forma garantida de falar para a parede, já que grande parte dos alunos estará prestando atenção em outra coisa. Treine seus gestos, conte histórias, movimente-se com naturalidade. Passe sua mensagem de forma intererssante.
Para o bem e para o mal, você dá aula para a geração videoclipe. Pessoas que foram criadas em frente aos mais criativos comerciais, em que videogames mostram realidades fantásticas. Entretanto, a tecnologia deve ser encarada como aliada, e não inimiga - apresentações multimídia, aparelhos de som, videocassetes - tudo isso pode ser usado como apoio à sua aula.
6 - A pedra no sapato
Pode ser a bagunça da turma do fundão. No ensino médio e superior, pode ser aquele aluno que duvida de tudo o que você diz pelo simples prazer de duvidar. Ou pode até ser um livro esquecido, ou computador que resolve não funcionar.
De qualquer maneira, grande parte do sucesso de sua aula depende de como você lida com esses inesperados. Responda a uma pergunta de maneira rude ou desinteressada, e você perderá qualquer simpatia que a classe poderia ter por você. Seja educado e solícito - a pior coisa que pode acontecer a um professor é perder a calma.
A razão é cultural e muito simples: tendemos sempre a torcer pelo mais fraco. Neste caso, seu aluno. A classe inteira tomará partido dele, não importa quem tenha a razão.
Se um discípulo fizer um comentário rude, repita o que ele disse e fique em silêncio por alguns instantes - são grandes as chances de ele se arrepender e pedir desculpas. Se for preciso, diga algo como "Estou pensando no que você disse. Podemos falar sobre isso após a aula?" Outra forma de se lidar com a situação é responder a questão na hora, ponderadamente - e para toda a classe, não apenas para quem perguntou. Termine sua exposição fazendo contato visual com outro aluno qualquer, por duas razões - a expressão dele vai lhe dizer o que a turma inteira achou do que você disse, ao mesmo tempo que desistimula outras participações inoportunas do aluno que o interrogou.
Não transforme sua aula em um debate entre você e um aluno - há pelo menos mais 20 e tantas pessoas presentes que merecem sua atenção.
7 - Pratique
Sua aula, como qualquer outra ação, melhora com o treino. Muitos professores se inteiram da matéria, e só treinam a aula uma vez - exatamente quando ela é dada, na frente dos alunos. Não é de se admirar que aconteçam tantos problemas com o ritmo - alguns tópicos são apresentados de maneira arrastada, outras vezes o professor termina o que tem a dizer 20 minutos antes do final da aula. Sem falar nos finais de semestre em que se "corre" com a matéria.
Só há uma maneira de evitar tais desastres. Treine antes. Dê uma aula em casa para seu cônjuge/filhos ou, na falta desses, para o espelho. Não use animais de estimação, são péssimos alunos - seu cachorro gosta de tudo o que você faz e os gatos têm suas próprias prioridades, indecifráveis para as outras espécies. E o que se busca com o treino é,principalmente, uma crítica construtiva.
Essas dicas foram postadas no site abaixo e eu repostei por que tem muita gente precisando de ajuda!!!
Fonte: www.profissaomestre.com.br, no canal EM FOCO





terça-feira, 24 de julho de 2018

Principais Hormônios do Corpo Humano

Em artigo recente, revisamos um importante assunto da disciplina de Biologia que faz parte do conteúdo programático do Enem: os fitormônios ou hormônios vegetais e como estas substâncias atuam nas plantas (leia na íntegra). Mas como os hormônios agem nos humanos? Como e onde são produzidos? Quais são os principais e onde eles atuam? Esse será o objeto de estudo desta matéria.Antes de mais nada é importante ressaltar os impactos positivos e negativos que a fabricação e aplicação artificial de tais hormônios refletem nos seres humanos e nos ecossistemas em geral, uma vez que tais processos têm ocorrido com frequência cada vez maior devido às inovações tecnológicas relacionadas ao corpo humano.Os hormônios são substâncias químicas que têm a função de regular a atividade das células do nosso organismo. Podem ser produzidos nas diferentes partes do corpo humano que constituem o sistema endócrino. Um exemplo é a hipófise, localizada no encéfalo e chamada também de glândula mestre, pois controla o funcionamento de outras glândulas; glândulas sexuais; tireoide e paratireoide; pâncreas e glândulas suprarrenais. Também é importante compreender que cada hormônio possui células-alvo, as únicas nas quais ele atua.Dentre os principais, podemos citar hormônio do crescimento, chamado GH, folículo estimulante, ou FSH, luteinizante, ou LH, estrógeno, progesterona, prolactina, testosterona, insulina, glucagon, adrenalina, noradrenalina, melatonina, dopamina, serotonina, tiroxina e antidiurético. Vamos entender um pouco sobre cada um deles.O hormônio do crescimento (GH) é produzido pela hipófise e, como o próprio nome sugere, é responsável por regular o crescimento do corpo. Quando há uma deficiência na produção desta substância, a pessoa não apresenta um crescimento normal, podendo ocorrer o nanismo quando em falta ou, quando se encontra em excesso, há um crescimento além do comum de algumas partes do corpo, como pés, mãos, orelhas e nariz.
Após publicação de diversos estudos científicos relacionados à este hormônio, notou-se que bactérias também podem produzi-lo, o que levou a usos na medicina, seja em crianças que apresentam deficiência em sua produção e que podem não apresentar nanismo no caso da aplicação de GH no organismo, ou de adultos que também possuem deficiência na produção do hormônio e passam por problemas como por exemplo aumento da quantidade de gordura no corpo e diminuição da massa magra. Entretanto, muitas vezes o GH é utilizado em excesso, especialmente por quem quer adquirir mais músculos com menor esforço, o que pode levar a uma acromegalia, ou seja, crescimento excessivo de diferentes partes do corpo, além da possibilidade de desenvolver doenças.Já o hormônio folículo estimulante (FSH) age nos ovários e testículos, estimulando os processos de ovulogênese, ou seja, produção de gametas femininos, e espermatogênese, produção de gametas masculinos. O luteinizante (LH) estimula a ovulação nas mulheres e a secreção de testosterona nos homens. Ambos também são produzidos na hipófise.O estrógeno, ou estrogênio, e a progesterona são hormônios sexuais femininos produzidos nos ovários. O primeiro é responsável pela formação de características sexuais secundárias, como crescimento das mamas, dos quadris e dos pelos pubianos, bem como pela diferença no tom de voz.Além disso, ele é responsável pela formação do endométrio durante o ciclo menstrual, o qual se desprende quando nenhum espermatozoide fecunda um óvulo e ocorre a menstruação, ou não se desprende e é o local onde ocorre a nidação, quando o óvulo é fecundado. A progesterona também atua na formação do endométrio, sendo responsável por seu desprendimento. Já a prolactina, produzida na hipófise, atua na produção de leite.A testosterona, produzida nos testículos, é um hormônio sexual masculino, responsável pela formação de características sexuais secundárias, pela produção de espermatozoides e pelos genitais externos.A insulina é o hormônio que estimula a captação de glicose pelas células, diminuindo sua concentração na corrente sanguínea. Já o glucagon estimula a liberação da glicose no sangue, aumentando sua concentração. O termo glicemia, que refere-se justamente a concentração de glicose na corrente sanguínea, está fortemente relacionado a estes dois hormônios.A adrenalina e a noradrenalina são produzidas na medula adrenal e secretadas pelas suprarrenais. Atuam no estímulo do sistema nervoso simpático, principalmente em caso de medo, estresse ou fortes emoções.

Enquanto a adrenalina prepara o corpo para possíveis ações de defesa nas circunstâncias que geraram medo ou estresse, a noradrenalina mantém a pressão sanguínea constante.A melatonina atua na regulação do nosso metabolismo durante o dia e a noite. Este hormônio é responsável pela regulação do sono e, em alguns laboratórios é fabricado artificialmente e vendido para pessoas que sofrem de insônia ou outros problemas relacionados ao sono, lembrada que a venda de tais produtos não é permitida no Brasil.A dopamina é o hormônio responsável pela sensação de bem-estar e é liberada depois da prática de esportes e atividades físicas ou da prática sexual, por exemplo. Fazer exercícios proporciona maior disposição devido à liberação deste hormônio no corpo, que quando encontra-se em níveis baixos, causa a sensação de “menos energia” para realizar as tarefas do dia a dia.A serotonina atua de diversas formas no organismo. Ela é responsável por regular o humor, o sono e o apetite. Níveis de serotonina abaixo do normal podem gerar problemas como ansiedade, depressão e enxaqueca, além de quadros relacionados a falta de sono e de apetite. Os alimentos ricos em triptofano e a prática de atividades físicas aumentam a concentração deste hormônio no organismo, justificando a importância de comer alimentos como carne, peixe, leite e ovo por exemplo.A tiroxina, também conhecida como T4, e a tri-iodotironina, conhecida como T3, são produzidas pela tireoide e atuam em diferentes partes do corpo, como cérebro, coração, intestino, músculos e ossos, regulando o metabolismo, e tanto a falta quanto o excesso geram problemas ao organismo. Quando o hormônio encontra-se em quantidade menor que a normal ocorre o hipotireoidismo e, em quantidade maior, ocorre o hipertireoidismo.O hormônio antidiurético, também chamado ADH ou vasopressina, age nos rins e regula a retenção de água no corpo, proporcionando um equilíbrio osmótico e regulando a pressão arterial.

É possível observar, portanto, que os hormônios atuam de diferentes maneiras do nosso corpo e estimulam as células a desempenhar distintas funções. É fundamental entender como cada um deles age e as diferenças entre eles.Há como associá-los aos hormônios vegetais, que estudamos no artigo anterior, e entender as semelhanças entre as plantas e os animais em relação a estes estímulos. Nos dois casos, alguns hormônios podem ser produzidos natural ou artificialmente e estes últimos podem ser vantajosos ou desvantajosos. Os hormônios humanos podem ser produzidos artificialmente e utilizados no controle de doenças ou distúrbios do corpo, entretanto, também podem ser utilizados em excesso, seja aumentando a massa muscular, perdendo peso ou perdendo gordura. Portanto, é preciso entender como eles funcionam e utilizar da forma correta, de modo a não causar danos ao organismo.





sábado, 7 de julho de 2018

ESTUDAR PARA O ENEM 2018: ASSUNTOS E MATÉRIAS

Conheça todos os assuntos e matérias que você deve estudar para o Enem 2018 para conseguir sua aprovação.

Todos os anos, milhares de estudantes de todo o país participam do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Desde 1998, ele é utilizado para avaliar a qualidade da educação no Brasil e, ao longo dos anos, passou a desempenhar outras funções. Uma delas é o acesso ao nível superior.
Mal começou o ano e os estudantes já começaram a estudar para o Enem 2018. Para ajudá-los a sair na frente da concorrência, preparamos este artigo com os assuntos e matérias mais cobrados em cada área de conhecimento.
A intenção é que, seguindo essa dica, você consiga se antecipar e preparar seu roteiro de estudos.

DATAS DO ENEM 2018

edital Enem 2018 ainda não foi publicado. No entanto, o Ministério da Educação já divulgou as datas oficiais do exame. Confira:
  • 21 de Março – Publicação do Edital;
  • 7 a 18 de Maio – Inscrições do Enem 2018;
  • 4 e 11 de Novembro – Aplicação da provas.
Com a divulgação oficial do edital do Enem serão anunciadas os valores de taxa, regras e possíveis mudanças na aplicação da prova.

COMO É A PROVA DO ENEM

O Enem tem uma forma bem particular de medir o conhecimento dos estudantes. Diferente dos outros tipos de vestibulares, as provas são baseados no conceito de matrizes de referência.
Isso quer dizer que são avaliadas as habilidades e competências adquiridas ao longo da vida escolar de acordo com cada área de conhecimento. Desse modo, a prova do Enem está separada da seguinte forma:
  • Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
  • Ciências Humanas e suas Tecnologias;
  • Matemática e suas tecnologias;
  • Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e
  • Redação;
Como você pode perceber, trata-se de um extenso conteúdo programático, principalmente porque, em tese, ele abrange todos os assuntos do ensino médio. Por isso, muitas escolas e cursinhos optam por estudar todo o conteúdo e, assim, aumentar as chances de ter um bom desempenho.
Mas, até que certo ponto esse é o correto a se fazer? Todos sabemos que nem todas as matérias do ensino médio caem na prova. Além disso, rever todo o conteúdo pode ser bastante desgastante.
Para que isso não aconteça, pesquisamos as quatro últimas edições e descobrimos quais assuntos mais cobrados por área de conhecimento. Conhecendo esse material, você poderá focar no que tem mais chances de ser cobrado novamente. Sem contar que evita perder tempo estudando sem nenhum roteiro.

O QUE ESTUDAR PARA O ENEM 2018

Veja a seguir as matérias mais cobradas por área e disciplina no Enem. Lembrando que este é um parâmetro com base nas questões cobradas nas últimas edições. Assim como alguns assuntos apareceram nas questões em todas as edições, alguns não foram cobrados em nenhuma.

LINGUAGENS

Português
  • Semântica;
  • Funções de linguagem;
  • Gramática;
  • Interpretação e compreensão de texto;
  • Norma culta e coloquial;
  • Morfologia;
  • Sintaxe;
  • Linguística;
  • Gêneros textuais.
Literatura
  • Movimentos literários — barroco, quinhentismo, modernismo, naturalismo/ realismo;
  • Figuras de linguagem;
  • Obras literárias — principalmente as brasileiras;
  • Poesias concretas;
  • Literatura contemporânea.
Artes e Educação Física
  • Obras artísticas;
  • Renascimento;
  • Cubismo;
  • Artes Marciais;
  • Surrealismo;
  • Música;
  • Grafite;
  • Esportes;
  • Movimentos culturais;
  • Movimentos artísticos.

CIÊNCIAS HUMANAS

História Geral
  • Revolução industrial;
  • Idade média e moderna;
  • Liberalismo;
  • Primeira e Segunda Guerra Mundial;
  • Nazismo e Facismo;
  • Guerra Fria.
História do Brasil
  • Brasil colônia;
  • República;
  • Era Vargas;
  • Era populista;
  • Escravidão;
  • Ditadura Militar.
Geografia
  • Planos e blocos econômicos;
  • Geopolítica mundial;
  • Agricultura brasileira;
  • Contrastes sociais;
  • Desenvolvimento humano e social;
  • Migrações;
  • Impactos no Meio Ambiente.
Filosofia/ Sociologia
  • Iluminismo;
  • Consequências da globalização;
  • Existencialismo;
  • Contratualismo;
  • Marxismo;
  • Cultura de massa;
  • Relações de trabalho;
  • Movimentos sociais;
  • Pensadores da Grécia antiga;
  • Fé x Razão — São Tomás de Aquino e Santo Agostinho.

CIÊNCIAS DA NATUREZA

Física
  • Usinas e instalações residenciais;
  • Óptica;
  • Ondas;
  • Hidrostática
  • Eletricidade;
  • Calorimetria;
  • Mecânica;
  • Acústica.
Química
  • Estequiometria;
  • Unidades de concentração;
  • pH e pOH;
  • Radioatividade;
  • Cadeias carbônicas;
  • Eletroquímica;
  • Soluções;
  • Oxidação.
Biologia
  • Problemas ambientais;
  • Ecologia e Sustentabilidade;
  • Imunização;
  • Problemas ambientais;
  • Evolução;
  • Ciclos do carbono, nitrogênio e água;
  • Genética e mutações;
  • Citologia.

MATEMÁTICA

  • Operações com frações;
  • Análise combinatória;
  • Porcentagem;
  • Matemática básica;
  • Análise de gráficos;
  • Análise de tabelas;
  • Estatística básica;
  • Progressões (PA e PG).

REDAÇÃO

Conhecer os assuntos mais cobrados nas edições passadas para estudar para o Enem 2018 é muito importante. Mas, se preparar para fazer uma redação nota mil também é. Por isso, separamos algumas dicas para se sair bem nesta prova que é uma das mais temidas pelos estudantes.

MANTENHA-SE ATUALIZADO

Um dos pré-requisitos para fazer uma boa redação no Enem é conhecer o tema. E isso, você só consegue se estiver antenado nos assuntos mais comentados do momento. Leia as últimas notícias e aprofunde-se naquelas mais polêmicas.

PRATIQUE

É aquela velha história: a prática leva à perfeição. Para fazer um texto incrível, além de estar por dentro do assunto, você deve saber o que é e como fazer um texto argumentativo. E isso se aprende treinando.
Faça redações sobre os temas das edições passadas e peça para seus professores corrigirem. Aproveite os erros e aprenda com eles. Fazendo isso, você aumenta as chances de chegar afiando no dia da prova.

NÃO FUJA DO TEMA

A maioria dos estudantes que se deram mal nas redações do Enem cometeu o erro de fugir do tema. Para que isso não aconteça, concentre-se na ideia central que o texto deve abordar, use e abuse dos conectivos e siga a estrutura: introdução, desenvolvimento e conclusão.

RESPEITE O FORMATO DA REDAÇÃO

Desde a primeira edição do Enem, o formato da redação é dissertativo-argumentativo. Isso significa que você deve escrever seu texto seguindo essa proposta. Por isso, nada de contar histórias, fazer descrições ou textos poéticos. Siga a estrutura recomendada e não correrá o risco de ter sua redação anulada.
Além de seguir as dicas acima, estude os seguintes tópicos para a redação do Enem 2018:
  • Argumentação — conhecimento sobre o assunto abordado;
  • Norma culta da língua — português formal;
  • Compreensão do tema — Jamais deve fugir do tema proposto;
  • Coesão — o texto deve fazer sentido;
  • Solução — o texto deve apresentar uma proposta ao tema abordado.
Agora que você já sabe quais os assuntos e matérias mais indicados para estudar para o Enem 2018 e as dicas para uma redação nota mil, é só começar a maratona de estudos. Quanto antes você iniciar, maiores são as chances de vencer a concorrência e garantir uma boa nota.