segunda-feira, 13 de março de 2017

10 ESTRATÉGIAS PARA FAZER OS ALUNOS TE ESCUTAREM


  

10 dicas para controlar as crianças em sala de aula

Muitas vezes as crianças estão agitadas em sala de aula e acabam contrariando e criando birra para realizar as atividades propostas em classe. Para melhorar o engajamento por parte destes alunos, nada melhor que propor soluções que mostrem a eles que até as atividades de rotina em sala de aula podem ser bastante divertidas.

Os prêmios podem ser uma maneira excelente de incentivarem as crianças a participarem da aula com frequência, já que estarão cientes de que serão recompensadas ao final de cada atividade que possa parecer cansativa.


Reunimos aqui 10 dicas de professores da Educação Infantil para lidar com os alunos. Confira:


Dica 1:

Se você quiser que as crianças te escutem, baixe sua voz ao invés de subi-la, isso força as crianças a prestarem atenção. Use dinâmicas para despertar o interesse dos alunos: “Quem estiver escutando, coloque a mão na orelha”, por exemplo.


Dica 2:

Ao propor uma atividade que as crianças não gostem, marque 1 minuto no relógio para elas criticarem a tarefa e explicarem o porquê da insatisfação, depois é hora de trabalhar e por último avaliar as críticas para uma próxima vez.


Dica 3:

Se as crianças não estão escrevendo direito ou não se concentram, sugira aos pais que eles incentivem o aluno a escrever pelo menos uma frase por dia quando estiver em casa, isso facilita o engajamento no dia seguinte.


Dica 4:

Crie um concurso que premia a carteira ou mesa mais organizada da sala. Quando seus alunos estiverem em atividades fora da classe, deixe pequenos prêmios ou selos para os espaços mais organizados. Como eles nunca sabem quando a premiação vai acontecer, sempre irão manter o espaço organizado.


Dica 5:

Para acalmar os estudantes e focá-los novamente, diminua a intensidade das luzes da sala durante um pequeno período após o intervalo ou o almoço.


Dica 6:

As crianças não reclamam quando elas acham que têm o controle da situação. Ao dar uma atividade, ofereça duas opções de escolha. Mesmo que as duas sejam favoráveis a você, os alunos não irão reclamar, pois tiveram a liberdade de escolher.


Dica 7:

Se quiser que as crianças recolham os brinquedos no final da atividade, nomeie as prateleiras e coloque fotos para separá-los por categoria. Fazendo isso, eles cumprirão com a tarefa como se ainda estivessem brincando.


Dica 8:

Se depois da atividade a sala de aula fica uma bagunça, faça uma brincadeira para recolher os objetos: desafie as crianças a procurarem e guardarem o objeto mágico. No final, dê um prêmio ao aluno que guardar o item escolhido.


Dica 9:

Sempre que precisar comunicar algo importante às crianças, faça com que elas olhem para você. “Olhem para minha boca, preciso dizer algo importante”, pode ser uma forma de chamar a atenção.


Dica 10:

Para incentivar as crianças a prestarem atenção na aula, faça um pote e compre bolinhas de gude para jogar dentro. Sempre que elas ficarem quietas, sem avisar, coloque uma bolinha lá dentro. O som da bolinha caindo vai chamar a atenção das crianças. Quando o pote estiver cheio, dê algum tipo de recompensa aos alunos, como uma atividade externa ou uma festa.


O BOM CONVÍVIO ENTRE PROFESSOR E ALUNO – CONSTRUINDO A PAZ!

A sala de aula muitas vezes parece um campo de batalha: o professor tenta controlar o aluno que é desrespeitoso e indisciplinado através do “grito”, do autoritarismo. 

O que acontece é que a criança ou adolescente não aceita se submeter à autoridade do professor, ao passo que o educador confunde respeito à autoridade com autoritarismo.


Realmente não é fácil conter a agressividade dos estudantes com um simples sorriso. 
A agressão começa quando o aluno tem a necessidade de dominar para chamar a atenção pra si mesmo. Fato que também acontece com o professor imperioso que impõe regras e quem as desobedece tem que escutar minutos de “sermões” coletivos (para a sala toda) ou punições severas e, muitas vezes, constrangedoras. 
Não há diálogo, não há conversa. Que tipo de orientação o professor está passando para os seus alunos quando grita para chamar a atenção e não conversa? O ensino aqui transmitido é o de que não há valores importantes como o de ouvir ou o de respeitar quando o outro fala, princípios básicos para a comunicação. 
É oportuno que o professor se mostre aberto e convidativo para o esclarecimento de qualquer dúvida do aluno, bem como do que está se passando na vida pessoal desta criança ou adolescente. Há muita influência no comportamento de um indivíduo a respeito do que acontece em casa e que é transferido para a sala de aula.

Na maioria das vezes uma conversa individual resolve o problema, pois o diálogo transpõe pré-conceitos formados. Uma conversa com o grupo também pode facilitar muito ou mesmo resolver as dificuldades de indisciplina, violência verbal ou física entre os colegas. Uma sugestão é reservar diariamente de cinco a dez minutos para diálogos entre professor-aluno, os quais podem ser individuais e/ou grupais. 

Os alunos, em conjunto com o professor, podem estabelecer as regras para o bom convívio em sala de aula. O estudante que não obedecer alguma conduta é punido. A punição aqui será vista como um aprendizado adquirido através da quebra de um acordo ou como a necessidade de se ter um limite para tudo e não como uma extrapolação do autoritarismo do professor. 
Afinal, não é brigando que conquistamos respeito, mas sim dialogando. Dessa forma, a paz reinará em sala, então, o convívio e o ambiente será muito favorável à relação ensino-aprendizagem!

Por Sabrina Vilarinho

Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola






 

ORGANIZANDO OS ESTUDOS


As minhas aulas voltaram e a maratona trabalho/faculdade está com força total. Agora eu só tenho os finais de semana pra fazer as coisas, então eu to tendo que me organizar pra não ficar maluca durante a semana. Quem trabalha e estuda sabe que não é nada simples conciliar as duas coisas, mas com um pouquinho de disciplina e dedicação as coisas vão se ajeitando no final. O blog ocupa grande parte do meu tempo livre, pois é nessas horas que eu escrevo post, respondo e-mails e trabalho em projetos futuros (vem novidade ai amgs). Agora eu to tendo que desdobrar pra poder encaixar os estudos nessa miséria de tempo livre que eu tenho.
Sei que muitas leitoras aqui do MS passam por isso também e pensando nisso trouxe umas dicas que eu mesmo to fazendo pra me organizar, olha ai:
1. SEPARE A PAPELADA: quem estuda sabe que aparece um imensidão de papéis e você vai acumulando aquilo sem necessidade. Reserve um lugar, como uma pasta pra você arquivar todos os papéis importantes como: matéria de prova, exercícios e textos. Os demais se não servirem para nada, descarte-os.
2. MANTENHA A LEITURA EM DIA: tanto pra quem ta no ensino médio ou quem já está na facul sabe que todo semestre os professores passam uma lista de livros obrigatórios. Para as meninas que estão cursando o ensino médio, isso é ainda mais presente. Pois os professores aproveitam a maioria dos livros cobrados no vestibular em sala de aula e isso exige muita leitura. E acredito que já tenha acontecido com você ou alguma amiga. O professor passa o livro com três meses de antecedência, mas quando falta dois dias pro prazo final é aquele desespero doido pra ler ou pelo menos tentar saber do que  se trata o assunto discutido. Para evitar isso, se organize. Se o professor deu um prazo grande para ler o tal livro, não perca tempo, comece a ler imediatamente. Assim, você vai poder ler com tranquilidade. Mas se o prazo for curto, tipo 15 dias, faça o seguinte: estabeleça uma meta. Veja quantas páginas o livro possuí e quantas você terá que ler todos os dias para terminar a leitura no prazo estipulado. Não é uma tarefa fácil, mas se planejado fica bem mais fácil.
3. GERENCIE SUAS FALTAS: não há como negar, todos nós precisamos faltar a aula de vez em quando. Não importa o motivo, afinal imprevistos acontecem. Pense nisso como algo ao seu favor, vai chegar um dia que você vai perceber que aquela aula não fará tanta falta se você não for. Aproveite esse tempo para terminar um trabalho ou uma leitura que está pendente. Fique de olho nas suas faltas e tente não usá-las atoa. Pode ser que você fique doente e precise faltar.
4. APRENDA A ASSISTIR AULA: no meu ensino médio estudei em um colégio federal e o que eu mais gostava era o modo que os professores davam aula. Tem gente que é viciado em copiar e acaba perdendo muitas dicas da matéria por isso. Se você não tem tempo pra estudar (que nem eu), aprenda a assistir aula. Ao invés de ficar copiando tudo, procure prestar mais atenção no que está sendo falado e se você tem dificuldade em copiar/prestar atenção, copie apenas o necessário e depois pegue a matéria num livro. Mas dê atenção ao que está sendo ensinado. Tenho usado essa tática nas minhas aulas de Cálculo e Física e ta funcionando que é uma beleza.
5. APRENDA A LIDAR COM TRABALHOS EM GRUPO: tem coisa mais chata que fazer parte daquele grupo onde tudo sobra pra você? A ideia do trabalho em grupo é fazer com que a galera toda interaja e cada um fique com uma parte, mas nem é assim que acontece. Morar sozinha tem suas vantagens nessas horas. Da pra marcar com o pessoal em sua casa no final de semana e fazer uma pizza. Assim todo mundo participa e ainda interage. Eu adoro <3
To aplicando tudo isso ai que eu falei e to vendo resultado. Outra coisa que eu fiz especialmente para nós, são esses horários personalizados.

 É só escolher o que você mais gostou e imprimir, fica uma gracinha pra organizar o horário das aulas. Eu já fiz o meu, só não tive tempo ainda de fotografar.


segunda-feira, 6 de março de 2017

Ensinar melhor não é trabalhar somente o que cai na prova

As avaliações em larga escala chegaram ao Brasil no início da década de 1990 com a missão de verificar se o direito de crianças e jovens a aprender estava sendo efetivado. As provas continuam sendo aprimoradas e, hoje, fazem parte da realidade do país. Ainda que não sejam o único indicador de qualidade existente, são um valioso instrumento de controle social, que contribui para colocar o aprendizado no foco do debate, além de trazer informações para nortear as políticas públicas. Todos esses benefícios, no entanto, caem por terra quando a função diagnóstica dos exames é extrapolada e o planejamento e as estratégias pedagógicas das escolas se voltam apenas para preparar os alunos para realizá-los.
Ensinar melhor não é trabalhar somente o que cai na prova
Ensinar melhor não é trabalhar somente o que cai na prova
Em diferentes regiões do país, veículos de imprensa e pesquisadores têm denunciado práticas pouco louváveis adotadas por escolas e redes de ensino para sair bem na fotografia dos rankings. 

Entre as mais noticiadas estão: induzir os alunos com dificuldades de aprendizagem a faltar na prova, reprová-los para que não cheguem ao 5º ou ao 9º ano em época de aplicação das avaliações ou forçá-los a mudar de escola. As estratégias estão detalhadas no estudo Processos Velados de Seleção e Evitação de Alunos em Escolas Públicas, do Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). 

Pouco se fala, no entanto, de uma mudança estrutural preocupante, que vem ocorrendo em diferentes Secretarias de Educação: a redução dos currículos. Na tentativa de melhorar os resultados dos alunos nas avaliações externas, as redes privilegiam, nas grades curriculares e nos programas de formação docente, o ensino de Língua Portuguesa e de Matemática - e mais especificamente dos conteúdos cobrados nas provas -, em detrimento de outras disciplinas. 



Sem um currículo nacional, a avaliação acaba sendo usada como base para determinar o que é trabalhado em sala de aula. "Usar as matrizes definidas externamente para essa finalidade restringe o currículo a um subconjunto daquilo que as escolas deveriam ensinar", alerta a pesquisa A Avaliação Externa como Instrumento da Gestão Educacional nos Estados, realizada em 2010 pela Fundação Victor Civita (FVC), sob a coordenação do inglês Nigel Brooke, professor convidado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 



Na mesma linha, a norte-americana Diane Ravitch, especialista na área há mais de 40 anos e ex-defensora das políticas de avaliação, mostra no livro Vida e Morte do Grande Sistema Escolar Americano (318 págs., Ed. Sulina, tel. 51/3311-4082, 50 reais) que grandes cidades dos Estados Unidos transformaram suas referências curriculares em orientações voltadas apenas à preparação dos alunos para os exames.


Soluções como essas deixam de lado o principal objetivo da escola: a aprendizagem. A pesquisa Gestão Educacional e Resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb): Um Estudo de Caso em Dez Municípios Cearenses, reali­ zada entre 2008 e 2011 pelas pesquisadoras Sofia Lerche e Eloisa Maia Vidal, mostra que os bons resultados alcançados por alguns municípios do Ceará são explicados, em parte, pela redução dos currículos e pela supervalorização das matrizes de referência da Prova Brasil. Em vez de ensinar todos os conteúdos, eles restringiram o trabalho aos itens cobrados no exame nacional. 


Outro exemplo é a retirada de Ciências, História e Geografia da grade horária dos três primeiros anos do Ensino Fundamental da rede estadual paulista, ocorrida a partir de 2008 (veja a tabela abaixo). Questionada sobre a ausência das disciplinas, a Secretaria afirma que os conteúdos continuam sendo ensinados de forma transversal, dentro das aulas de Língua Portuguesa e Matemática, e que a rede conta com assessores especialistas em todas as áreas. 



Sob o guarda-chuva da transversalidade, corre-se o risco de só se abordar as três áreas por meio de questões matemáticas e ou de atividades de leitura e escrita, deixando de lado procedimentos específicos. Observação, investigação, experimentação, registro e elaboração de hipóteses, por exemplo, são fundamentais no ensino de Ciências, e vão muito além de ler textos sobre um tema da área. O mesmo ocorre com as ciências humanas. Saber calcular uma escala não é suficiente para entender cartografia. A aprendizagem pressupõe, entre outras coisas, ler imagens e analisar informações em mapas. 



Tirar disciplinas dos primeiros anos de escolarização é seguir na contramão do que dizem os estudos mais recentes sobre o processo de desenvolvimento cognitivo. Perde-se, assim, um precioso momento em que as crianças são curiosas e abertas para compreender o funcionamento do mundo em que vivem. Além disso, nada garante que mais aulas de Língua Portuguesa e Matemática vão resultar em mais aprendizagem. Isso só acontece quando os professores sabem ensinar. E, para tanto, são necessários programas sérios e estruturados de formação continuada em todas as áreas. É preciso ainda envolver os atores do processo educacional em projetos de longo prazo, que não terminem quando muda o governo. 



Reduzir o currículo é voltar à década de 1960, quando as ciências naturais e humanas ainda não eram trabalhadas nos primeiros anos do Ensino Fundamental. A realidade só mudou com a Lei Nº 5.692, de 1971, que tornou obrigatório o ensino de Ciências, História e Geografia em todo o então chamado Primeiro Grau. 



A questão de fundo nesse debate é qual Educação o país deseja garantir ao seu povo. Se a intenção é ter boas estatísticas, basta treinar os alunos para obterem bons desempenhos em exames padronizados. Mas se o objetivo é formar cientistas nas mais diversas áreas, produzir conhecimento de ponta, formar pessoas críticas, capazes de refletir e de tomar decisões sobre a própria vida e o mundo ao seu redor, o caminho é uma formação mais ampla. O aumento das notas nas provas, assim como o do Ideb, não é sinônimo de um ensino de qualidade e deve ser visto como consequência, e não como foco de ações. Afinal, o exercício pleno da cidadania pressupõe ir além e conhecer a língua, a Matemática, a Filosofia, as artes e as ciências humanas e naturais. 



Grade curricular 
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo



terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Dica importante!!!



 25 árvores que você pode plantar sem medo de destruir sua calçada e a rede elétrica 

  Árvores são especiais e fundamentais nas ruas e avenidas, pois, além de embelezar, elas possuem um importantíssimo papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam.
      Além dessa importante característica, elas também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar e ainda fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. São inúmeros benefícios que não param por aqui pois ainda poderíamos citar a produção de oxigênio, proteção contra ventos, fixação de carbono, etc. Mas não podemos esquecer que a escolha correta da espécie para o plantio em calçadas é fundamental.
      Primeiramente, se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, deve procurar a prefeitura. Muitas delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Normalmente, você pode solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal. Mas é muito importante prestar atenção na escolha da árvore. O plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como por exemplo: tubulações de água e esgoto estourados; calçadas levantadas; problemas na rede elétrica; galhos que ameaçam cair a qualquer momento; frutos pesados que caem sobre carros; ramos espinhentos que atrapalham os pedestres; sujeira e mal cheiro advindo de frutos; folhas ou flores caídos; entre muitas outras situações desagradáveis e perigosas.
      E o pior é que geralmente não podemos fazer muita coisa. Na maioria dos casos o corte ou poda é permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica.
      Cortar uma árvore sem autorização pode lhe render multas pesadas e, dependendo da espécie, ser considerado crime ambiental. Você terá que solicitar o serviço e aguardar que aprovem. Então escolha bem. Uma árvore é para além da vida toda.
      Confira uma lista com 25 espécies que são indicadas para calçadas. As espécies que alcançam até 10 metros são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem ser plantadas em calçadas sem fiação.
01. Noivinha: Euphorbia leucocephala
      Ela também é conhecida por outros nomes populares como: mês de maio; neve da montanha; cabeça branca; leiteiro-branco; cabeleira-de-velho; flor-de-criança e chuva-de-prata. Durante o mês de maio, suas folhas verdes, ficam brancas, tornando-a linda e encantadora. Em junho suas folhas já voltam a coloração verde. É uma árvore de porte pequeno, que não atinge 3 metros. Não agride a calçada e nem prejudica a fiação elétrica.


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Foto: Reprodução

02. Ipê: Tabebuia sp
      Os ipês são árvores de grande porte, com raízes profundas que não danificam as calçadas e exigem poucos cuidados. É muito usado como árvore decorativa devido à sua florescência colorida e anual. Gênero de árvores, em sua maioria nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes. Sua madeira é resistente e o florescimento exuberante nas cores amarelo, branco, rosa e roxo. Os ipês atingem de 10 a 35 metros, dependendo da espécie. São adequados para calçadas sem fiação elétrica.


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Foto: Reprodução

03. Jacarandá Mimoso: Jacarandá mimosaefolia
      Um verdadeiro clássico. Árvore decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas, praças e avenidas. Sua altura é de 8 a 15 metros. Suas raízes são profundas, não danificam calçadas e nem redes subterrâneas. Por atingir 15 metros, melhor ser plantada contra a rede elétrica.


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Foto: Reprodução

04. Extremosa ou Resedá: Lagerstroemia indica
      É uma linda arvoreta muito utilizada na arborização urbana. Tem florescimento esplendoroso, é decídua e tolerante a podas drásticas. Atinge até 8 metros de altura.


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Foto: Reprodução

05. Manacá da Serra: Tibouchina mutabilis
      O Manacá é uma belíssima árvore que nos proporciona admirar suas flores em três cores diferentes simultaneamente: brancas, rosas e roxas, de acordo com a idade da flor. Atinge até 6 metros de altura.


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Foto: Reprodução

06. Alfeneiro: Ligustrum lucidum
      Uma das espécies mais cultivadas na arborização urbana do sul do Brasil. Oferece boa sombra, mas a floração de muitos exemplares ao mesmo tempo pode intensificar os casos de alergia à pólen. Atinge aproximadamente 3 metros de altura.


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Foto: Reprodução

07. Magnolia: Magnólia spp
      A linda Magnólia, além de bela e perfumada faz lembrar os ipês rosas. Elas são muito interessantes para arborização urbana devido à seu porte pequeno. Decíduas e próprias para o clima subtropical e temperado. Alcançam de 5 a 10 metros de altura.


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Foto: Reprodução

08. Pata-de-vaca: Bauhinia foficata
      Árvore brasileira, nativa da Mata Atlântica, de porte médio com uma das mais belas flores e folhagens. Possuem raízes profundas que não estouram as calçadas. Uma ótima opção para ser usada como decoração e em regeneração de matas degradadas.


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Foto: Reprodução

09. Quaresmeira: Tibouchina granulosa
      É uma árvore de pequeno porte e raízes profundas. Elegante e bela, apresenta uma linda floração roxa que ocorre duas vezes por ano. Possui um fruto bem pequeno e é uma das principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil.


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Foto: Reprodução

10. Dama-da-noite: Murraya paniculata
      Também conhecida como Murta-de-cheiro; Jasmim-laranja; Murta; Murta-da-Índia e Murta-dos-Jardins, a Dama-da-noite é um arbusto grande (ou arvoreta) que pode alcançar até 7 metros de altura. É muito utilizada para a formação de cercas-vivas. A Dama-da-noite apresenta ramagem lenhosa e bastante ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos, elípticos, glabros e perenes. Durante todo o ano produz inflorescências terminais, com flores de coloração branca.


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Foto: Reprodução

11. Ipê-Mirim: Stenolobium stans
      Conhecido popularmente como Ipê-de-jardim, é uma arvoreta muito ramificada. As folhas compostas são serreadas, as flores amarelas em forma de campânula e formam inflorescências vistosas. É muito usada em arborização urbana, podendo chegar a 7 metros de altura. Sua floração acontece entre os meses de janeiro e maio.


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Foto: Reprodução

12. Candelabro: Erythrina speciosa
      É uma das mais belas árvores brasileiras. Apresenta inflorescência em forma de candelabro, daí seu nome popular. É composta de flores de coloração vermelho-vivo, muito atrativa para os beija-flores. Tem excelente efeito paisagístico, pois além da beleza singular, produz boa sombra no verão e permite a passagem de luz no inverno. A altura varia de quatro a seis metros e sua floração acontece entre junho e setembro (final do inverno/começo da primavera).


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Foto: Reprodução

13. Flamboyant-mirim: Caesalpinia pulcherrima
      É uma árvore (alguns consideram arbusto lenhoso) de pequeno porte da família das leguminosas. De rápido crescimento, suas folhas são recompostas com folíolos pequenos e permanentes. Sua copa tem um formato arredondado e pode atingir de 3 a 4 metros de altura. Suas flores são vermelhas, alaranjadas, amarelas, rosas ou brancas dependendo do cultivar, dispostas em cachos paniculares. Sua época de floração é entre setembro e maio.


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Foto: Reprodução

14. Cambuci: Campomanesia phaea
      O Cambuci é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica e recebeu esse nome devido à forma de seus frutos, parecidos com os potes de cerâmica indígenas que recebiam o mesmo nome. Sua altura varia entre três e cinco metros. A árvore possui flores grandes e brancas mas, sem dúvidas, seu principal destaque são os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.


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Foto: Reprodução

15. Pintagueira: Eugenia uniflora
      Nativa da Mata Atlântica, é uma árvore medianamente rústica, de porte pequeno a médio, com 2 a 4 metros de altura, mas alcançando, em ótimas condições de clima e solo, quando adulta, alturas acima de 6 metros. A copa globosa é dotada de folhagem perene. Seu fruto tem a forma de bolinhas globosas e carnosas, de cor vermelha (a mais comum), laranja, amarela ou preta. Na mesma árvore, o fruto poderá ter desde as cores verde, amarelo e alaranjado até a cor vermelho-intenso, de acordo com o grau de maturação.


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16. Jabuticabeira: Eugenia cauliflora
      Frutífera brasileira da família das mirtáceas, a Jabuticabeira exige sol de moderado a pleno. A árvore, atinge até 10 metros de altura e tem tronco claro, manchado, liso, com até quarenta centímetros de diâmetro. As folhas, simples, têm até sete centímetros de comprimento. Floresce na primavera e no verão, produzindo grande quantidade de frutos. As flores (e os frutos) crescem em aglomerados no tronco e ramos. Seus frutos pequenos, de casca negra e polpa branca aderida à única semente, são consumidos principalmente in natura, ou na forma de geleia, suco, licor, aguardente, vinho e vinagre.


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Foto: Reprodução

17. Oiti: Licania tomentosa
      É muito usada na arborização de várias cidades brasileiras, como Rio de Janeiro e Campo Grande. O seu fruto é uma drupa elipsoide ou fusiforme, de casca amarela mesclada de verde quando madura, com cerca de doze a dezesseis centímetros de comprimento e polpa pastosa, pegajosa, amarelada, de odor forte, com caroço volumoso e oblongo. Pode atingir entre 8 e 15 metros de altura.


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Foto: Reprodução

18. Escova-de-garrafa: Callistemon ssp
      As escovas-de-garrafa apresentam porte arbustivo ou de arvoreta, alcançando de 3 a 7 metros de altura. Suas folhas são em geral pequenas, lanceoladas a lineares, verdes, sésseis, perenes e aromáticas, que vão se tornando bronzeadas com o tempo. Mas é nas inflorescências que reside o encanto desta árvore. Elas tem um formato cilíndrico com numerosos estames, semelhantes às escovas utilizadas para lavar garrafas. São muito resistentes à seca.


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Foto: Reprodução

19. Cinamomo: Melia azedarach
      É uma árvore bastante utilizada na arborização urbana. Indicada para clima subtropical. De floração ornamental e frutos atrativos para avifauna, ela alcança até 20 metros de altura.


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20. Amoreira-preta: Morus nigra
      Morus nigra é uma das espécies de amoreira. Suas flores são dispostas em amentilhos densos. Seus frutos saborosos apresentam cor preta e são adstringentes. Muito atrativa para pássaros, atinge até 10 metros de altura.


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Foto: Reprodução

21. Jasmim-manga: Plumeria rubra
      A Jasmim-manga é uma árvore que pode atingir um porte entre quatro e oito metros. É muito usada como planta ornamental e seus caules são grossos e lisos, de cor cinzenta ou bronzeada, de forma escultural. Seus galhos têm um aspecto suculento e secretam um látex quando feridos. As folhas têm cerca de 30 cm, são verde-escuras e nascem nas extremidades dos ramos e no inverno e na primavera elas caem. Suas flores formam grandes inflorescências terminais e têm coloração rosas ou vermelhas, havendo variantes brancas e amareladas. Floresce durante o verão e o outono. Suas flores exalam um odor suave, semelhante ao das flores de jasmim, o que lhe atribui seu nome popular. Ideal para calçadas, praças e parques.


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22. Cerejeira-do-japão: Prunus serrulata
      É uma árvore decídua, de grande valor ornamental, devido seu florescimento espetacular. É própria para clima subtropical e temperado. Alcança até 6 metros de altura e deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, neutro, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Necessita de estações bem marcadas para florescer de forma satisfatória. Por este motivo não é indicada para regiões equatoriais e tropicais, salvo em regiões de altitude elevada. Seu crescimento é moderado e a floração é precoce. Não tolera encharcamento e podas drásticas. Resiste ao frio, geadas e curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por enxertia, estaquia e mais facilmente por sementes.


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Foto: Reprodução

23. Aroeira: Schinus terebinthifolius
      De porte pequeno a médio, é uma planta plantas dióica, de folhas compostas, aromáticas e atinge de 8 a 10 metros de altura. Suas flores são pequenas em panículas e seu fruto tipo drupa, vermelho-brilhante, aromático e adocicado. Reproduz-se por sementes ou estacas.


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24. Pau-fava: Senna macranthera
      Espécie muito usada no paisagismo urbano, é uma árvore de pequeno a médio porte qua atinge entre 6 a 8 metros de altura. Suas folhas compostas de 4 folíolos possuem aproximadamente 20 cm. A floração é amarela e muito vistosa, em cachos. O fruto vagem é quase cilíndrica, de 30 cm e com muitas sementes duras de 0,5 cm. O fruto contém um líquido que tem um odor desagradável, de forma que na queda dos frutos fica um mau cheiro. A germinação é fácil e o desenvolvimento rápido. Floresce entre janeiro a maio e a coleta de sementes acontece em julho.


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Foto: Reprodução

25. Cássia-do-nordeste: Senna spectabilis
      É uma árvore da família das fabáceas, conhecida por diversos nomes populares como: Cássia; Cássia-do-nordeste; Cássia-macranta; Habú; Fedegoso do Rio e Macrantera. De crescimento rápido, atinge um porte de até 4 metros de altura, para 4 metros de diâmetro da copa arredondada. As folhas são pequenas e caducas. A floração decorre entre março a abril e origina flores de cor amarela. A frutificação é do tipo vagem e decorre de abril a maio. É uma planta com origem no Brasil.


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Foto: Reprodução

      E a lista não para por aí. Também podem ser usada uma grande variedade de coníferas, que apesar de seu formato geralmente cônico a colunar, desde à base, são escolhas muito interessantes para calçadas largas. As palmeiras, em sua maioria (com exceção das entouceiradas, espinhentas e as de porte gigante), são muito indicadas para ornamentar ruas, avenidas e calçadas.
      A diversidade de árvores é enorme e você pode gostar justamente de uma que viu em algum lugar. Na calçada de um amigo, de uma praça, de um consultório…
      No entanto é muito importante se atentar para as características que uma árvore para arborização de calçadas deve ter. São elas:
• Não ser tóxica
• Não possuir raízes superficiais ou agressivas
• Não possuir espinhos
• Não ser invasora
• Não possuir espinhos
• Não ter frutos ou flores grandes
• Não possuir madeira frágil, suscetível à quebra ou ataque de cupins (evite árvores de crescimento muito rápido)
      Sentiu-se inspirado (a) para trazer mais vida e cor não só para sua calçada, mas também para sua vida?
      Então mãos à terra!
Se você é o proprietário de alguma das imagens usadas na publicação por favor entre em contato através do e-mail valter@plantei.com.br para solicitar os créditos.
Fonte de material de apoio – Ubajara Notícias

Animais em Extinção no Brasil


Animais em Extinção no Brasil

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), existem mais de 1000 espécies de animais em risco de extinção no Brasil.

Lista de Animais em Extinção no Brasil

O Brasil é considerado um dos países mais ricos em biodiversidade. Contudo, existem animais presentes nas regiões brasileiras que podem ser extintos em poucas décadas. Conheça alguns dos animais do Brasil que estão ameaçados de extinção:

Ararajuba

Animais em Extinção no Brasil
Também conhecida como Guaruba, essa ave verde e amarela, existe somente na Amazônia e vem sofrendo com o tráfico e o desmatamento do bioma. (Espécie vulnerável)
Saiba mais sobre os Animais da Amazônia.

Arara-azul

Animais em Extinção no Brasil
Encontrada na Amazônia, no Pantanal e em mais sete estados a arara-azul enfrenta problemas como o tráfico de animais, caça ilegal e o desmatamento de seu habitat. Suas penas possuem grande valor no mercado internacional.
Saiba mais sobre os Animais do Pantanal.
Outra espécie, a arara-azul-de-lear, habita o nordeste da Bahia e estima-se que haja apenas 228 animais em idade reprodutiva. (Espécie vulnerável e arara-azul-de-lear em perigo)
Saiba mais sobre a Arara-Azul e conheça também a Ararinha-Azul.

Ariranha

Animais em Extinção no Brasil
Encontrada no Pantanal e na Amazônia, a ariranha, também conhecida como lobo do rio ou lontra gigante também tem sofrido.
Pesca predatória, caça ilegal e a poluição dos rios (principalmente a contaminação por mercúrio) são as maiores ameaças. (Espécie vulnerável)

Baleia-franca-do-sul

Animais em Extinção no Brasil
Também conhecida como baleia-franca-austral, essa baleia, encontrada no litoral brasileiro, vem sofrendo com a caça, pesca, bem como a poluição das águas.
Na época de ter os filhotes, as mães buscam águas mais quentes e rasas para darem à luz. (Espécie em perigo)

Cervo-do-Pantanal

Animais em Extinção no Brasil
É o maior cervídeo da América da Sul. Além de ser encontrado no Pantanal, esta espécie vive também nos biomas da Amazônia e do Cerrado.
Saiba mais sobre os Animais do Cerrado.
O desmatamento e a caça ilegal são ameaças, além da construção de hidrelétricas na bacia do Rio Paraná. Estas têm contribuído para a grande redução da espécie. (Espécie vulnerável)

Gato-maracajá

Animais em Extinção no Brasil
Esse gato das florestas sofreu durante décadas com a caça para a venda de sua pele.
Atualmente, o desmatamento é o maior problema enfrentado pela espécies uma vez que causou a destruição de seu habitat natural. (Espécie vulnerável)

Lobo-guará

Animais em Extinção no Brasil
O Lobo-Guará é encontrado no Cerrado, no Pantanal e nos Pampas. Esse animal é considerado o maior mamífero canídeo nativo da América do Sul.
A espécie enfrenta grandes problemas devido ao desmatamento de seu habitat. (Espécie vulnerável)
Saiba mais sobre os Animais do Pampa.

Macaco-aranha

Animais em Extinção no Brasil
Encontrado principalmente na Amazônia, esse macaco enfrenta problemas como o desmatamento de seu habitat, caça ilegal e o tráfico de animais.
Existem algumas espécies e subespécies: o A. paniscus e o A. belzebuth, que coabita com os índios Yanomamis, sendo muito caçado por eles.
O A. chamek, conhecido como macaco-aranha-de-cara-preta, tem ampla distribuição mas sofre com a construção de hidrelétricas, rodovias e linhas de transmissão. (Espécies vulneráveis)
Interessado na Amazônia? Veja a lista de Animais em Extinção na Floresta Amazônica.

Mico-leão-dourado

Animais em Extinção no Brasil
Seu habitat é a Mata Atlântica. O mico-leão-dourado sofreu durante décadas com o desmatamento e o tráfico de animais, o que resultou na eliminação quase total da espécie. Hoje ela está restrita ao estado do Rio de Janeiro.
Atualmente, devido aos projetos das unidades de conservação onde se encontra, a situação tende a melhorar. (Espécie em perigo)

Muriqui-do-norte

Animais em Extinção no Brasil
O maior primata das Américas, o muriqui-do-norte, é encontrado somente na Mata Atlântica. A espécie sofre com o desmatamento da região e a caça. (Espécie criticamente ameaçada de extinção).
Saiba mais sobre os Animais da Mata Atlântica.


fonte:  https://www.todamateria.com.br/animais-em-extincao-no-brasil/