O Dia
da Árvore é comemorado no Brasil em 21 de setembro e tem como objetivo
principal a conscientização a respeito da preservação desse bem tão valioso. A
data, que é diferente em outras partes do mundo, foi escolhida em razão do
início da primavera, que começa no dia
23 de setembro no hemisfério Sul.
Qual a importância da árvore?
A árvore é um grande
símbolo da natureza e é uma das mais importantes riquezas
naturais que possuímos. As diversas espécies arbóreas existentes são
fundamentais para a vida na Terra porque:
·aumentam a umidade do ar graças à evapotranspiração;
·fornecem sombra e abrigo para algumas espécies
animais.
Além disso,
entre as diversas espécies arbóreas existentes, incluem-se várias plantas
frutíferas, como é o caso da mangueira, limoeiro, goiabeira, abacateiro,
pessegueiro e laranjeira.
Além de
produzirem alimento, as árvores também possuem outras aplicações
econômicas. A madeira por elas produzidas serve como matéria-prima para a
criação de móveis e até mesmo casas. A celulose extraída dessas plantas, principalmente
pinheiros e eucaliptos, é fundamental para a fabricação de papel. Além disso,
algumas espécies apresentam aplicabilidade na indústria farmacêutica por
possuírem importantes compostos.
O objetivo do Dia da Árvore?
Em virtude da
grande quantidade de utilizações e da expansão urbana, as árvores são
constantemente exterminadas, o que resulta em grandes áreas desmatadas. O desmatamento afeta diretamente a vida de toda a
população, que passa a enfrentar erosões, assoreamento de rios, redução do
regime de chuvas e da umidade relativa do ar, desertificação e perda de biodiversidade.
Sendo assim, o
dia 21 de setembro deve ser visto como um dia de reflexão sobre nossas
atitudes em relação a essa importante riqueza natural. Esse dia é muito
mais do que o ato simbólico de plantar uma árvore e deve ser encarado como um
momento de mudança de postura e conscientização de que nossos atos afetam as
gerações futuras. É importante também haver conscientização a respeito da
importância da conservação, bem como da necessidade de criação de políticas
públicas que combatam a exploração ilegal de árvores.
Curiosidades
Cada região do
nosso país possui uma árvore símbolo diferente. Observe:
Olá amores aqui deixarei os slides da aula de Ciências das turmas de 7º a 9º anos do Ensino Fundamental da Escola Governador Waldemar Alcantara - Pentecoste -CE!!!
Hoje fazem nove anos que criei este blog. Espaço de aprendizagem e comunicação onde disponibilizo conteúdos informativos e educativos, além de atividades realizadas nas escolas onde leciono.
Este instrumento educacional surgiu como tarefa de um curso de mídias digitais na escola onde trabalho e se tornou uma paixão.
Durante estes anos já tivemos várias logomarcas e enfrentamos muitos desafios mais nunca abandonamos o barco das mídias digitais tão importantes nos dias atuais.
vamos relembrar nossas logos
Sustentabilidade e meio ambiente: entenda a relação
Podemos dizer que sustentabilidade e meio
ambiente sempre “andam de mãos dadas”. A sustentabilidade é
basicamente a capacidade que o ser humano possui de usufruir dos recursos
naturais presentes no planeta sem compromete-los para as gerações futuras.
Quando falamos de recursos naturais, estamos nos referindo basicamente ao meio
ambiente, pois tudo que utilizamos no nosso dia-dia depende diretamente ou
indiretamente dele. Preservar o meio ambiente, dessa forma, se torna um dos
principais princípios da sustentabilidade.
O significado de sustentabilidade é complexo e
envolve uma série de variáveis independentes entre si. Porém, todos os
processos e aspectos sociais, energéticos, econômicos e ambientais estão
diretamente envolvidos nesse conceito.
Os
chamados pilares da sustentabilidade
Se atentar a detalhes relacionados à sustentabilidade
e meio ambiente é importante para qualquer atividade exercida pela
sociedade. Esses princípios se aplicam para qualquer empreendimento. Na
agricultura, os sistemas de produção agrícolas sustentáveis devem seguir os
chamados quatro pilares da sustentabilidade, sendo eles: Ecologicamente
correto, economicamente viável, socialmente justo e tecnicamente aplicável.
Dependendo do autor, esses princípios costumam
variar um pouco. Há autores que sugerem o culturalmente diverso e também
aqueles que falam apenas de três pilares (econômico, ambiental e social).
Qual
a relação entre a produção agrícola, sustentabilidade e meio ambiente?
A sustentabilidade e meio ambiente tem
sido um dos principais enfoques na agricultura nas últimas décadas. A
comunidade de pesquisadores, agricultores, agrônomos e demais profissionais tem
buscado incessantemente sistemas de produção agrícola que possam aliar os
quatro pilares da sustentabilidade e ao mesmo tempo garantir a boa
produtividade agrícola e o lucro para o produtor.
Em um mundo industrializado e competitivo, onde a
demanda por alimentos e maiores produções cresce cada vez mais, o cuidado e
preocupação com o meio ambiente acaba sendo deixado de lado e o lucro econômico
acaba se tornando o único objetivo da produção agrícola. Por esse motivo,
muitas práticas como utilização de monoculturas de soja, revolvimentos
ocasionais do solo e uso excessivo de pesticidas tem se tornado comum na
agricultura principalmente no Brasil onde o ataque de pragas e doenças é
intenso devido ao clima favorável.
O
que a comunidade agrícola tem feito para superar esses desafios?
Grande parte dos problemas enfrentados na
agricultura podem ser controlados através de práticas sustentáveis de produção
agrícola como o sistema plantio direto. Sistemas integrados de produção, como
integração lavoura-pecuária, lavoura-pecuária-floresta e sistemas de consórcio
têm se destacado pela sua eficiência tanto no aumento da lucratividade do
produtor como na promoção e preservação da sustentabilidade e meio
ambiente.
No entanto são poucas as áreas que fazem o uso das
técnicas, e muitas das que utilizam não as fazem apropriadamente.
Como
agir diante dessa situação?
O aquecimento global causado pelo aumento do efeito
estufa tem se tornado uma das principais preocupações da humanidade. Dessa
forma, a utilização te técnicas tanto na agricultura quanto em qualquer outro
setor que promova a preservação do meio ambiente tem se tornado cada vez mais
necessário. No artigo “Agricultura Brasileira no
Aquecimento Global”, falamos um pouco mais sobre
como o Brasil tem contribuindo para a sustentabilidade da produção agrícola e
no combate ao aquecimento global, além dos desafios e metas a serem alcançados.
E
você, qual a sua opinião sobre a relação entre sustentabilidade e meio
ambiente?
Muito se ouve falar sobre sustentabilidade, mas do que realmente se trata? Algumas pessoas usam o termo sem ao menos saber o que é...Vamos aprender um pouco!
Primeiro vamos ao conceito de
sustentabilidade?
Sustentabilidade é um termo usado para definir
ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres
humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja,
a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e
material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma
inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a
humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.
Ações relacionadas a
sustentabilidade
- Exploração dos recursos vegetais de florestas e
matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário.
- Preservação total de áreas verdes não destinadas
a exploração econômica.
- Ações que visem o incentivo a produção e consumo
de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem
benéficos à saúde dos seres humanos;
- Exploração dos recursos minerais (petróleo,
carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento.
- Uso de fontes de energia limpas e renováveis
(eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis
fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa
diminuir a poluição do ar.
- Criação de atitudes pessoais e empresarias
voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e
diminuir a quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de
recursos minerais do solo.
- Desenvolvimento da gestão sustentável nas
empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de
produtos com baixo consumo de energia.
- Atitudes voltadas para o consumo controlado de
água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de medidas que visem a não
poluição dos recursos hídricos, assim como a despoluição daqueles que se
encontram poluídos ou contaminados.
Benefícios
A adoção de ações de sustentabilidade garantem a
médio e longo prazo um planeta em boas condições para o desenvolvimento das
diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante os recursos naturais
necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção dos recursos
naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma boa
qualidade de vida para as futuras gerações.
Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de
sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos
planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o
equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda
a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de
ser implementado e, em muitos casos, economicamente inviável. No entanto, não é
bem assim.
Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente
como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a
fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas
sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em
muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.
25 árvores que você pode plantar sem medo de destruir sua calçada e a rede elétrica
Árvores são especiais e
fundamentais nas ruas e avenidas, pois, além de embelezar, elas possuem
um importantíssimo papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam.
Além dessa importante
característica, elas também colaboram com a redução da poluição sonora e
do ar e ainda fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. São
inúmeros benefícios que não param por aqui pois ainda poderíamos citar a
produção de oxigênio, proteção contra ventos, fixação de carbono, etc.
Mas não podemos esquecer que a escolha correta da espécie para o plantio
em calçadas é fundamental.
Primeiramente, se você deseja
plantar uma árvore na sua calçada, deve procurar a prefeitura. Muitas
delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores
indicadas por profissionais capacitados. Normalmente, você pode
solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no
viveiro municipal. Mas é muito importante prestar atenção na escolha da
árvore. O plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no
futuro, como por exemplo: tubulações de água e esgoto estourados;
calçadas levantadas; problemas na rede elétrica; galhos que ameaçam cair
a qualquer momento; frutos pesados que caem sobre carros; ramos
espinhentos que atrapalham os pedestres; sujeira e mal cheiro advindo de
frutos; folhas ou flores caídos; entre muitas outras situações
desagradáveis e perigosas.
E o pior é que geralmente não
podemos fazer muita coisa. Na maioria dos casos o corte ou poda é
permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica.
Cortar uma árvore sem autorização
pode lhe render multas pesadas e, dependendo da espécie, ser considerado
crime ambiental. Você terá que solicitar o serviço e aguardar que
aprovem. Então escolha bem. Uma árvore é para além da vida toda.
Confira uma lista com 25 espécies
que são indicadas para calçadas. As espécies que alcançam até 10 metros
são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem
ser plantadas em calçadas sem fiação.
01. Noivinha: Euphorbia leucocephala
Ela também é conhecida por outros
nomes populares como: mês de maio; neve da montanha; cabeça branca;
leiteiro-branco; cabeleira-de-velho; flor-de-criança e chuva-de-prata.
Durante o mês de maio, suas folhas verdes, ficam brancas, tornando-a
linda e encantadora. Em junho suas folhas já voltam a coloração verde. É
uma árvore de porte pequeno, que não atinge 3 metros. Não agride a
calçada e nem prejudica a fiação elétrica.
Foto: Reprodução
02. Ipê: Tabebuia sp
Os ipês são árvores de grande
porte, com raízes profundas que não danificam as calçadas e exigem
poucos cuidados. É muito usado como árvore decorativa devido à sua
florescência colorida e anual. Gênero de árvores, em sua maioria
nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes. Sua madeira é
resistente e o florescimento exuberante nas cores amarelo, branco, rosa e
roxo. Os ipês atingem de 10 a 35 metros, dependendo da espécie. São
adequados para calçadas sem fiação elétrica.
Foto: Reprodução
03. Jacarandá Mimoso: Jacarandá mimosaefolia
Um verdadeiro clássico. Árvore
decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas, praças e
avenidas. Sua altura é de 8 a 15 metros. Suas raízes são profundas, não
danificam calçadas e nem redes subterrâneas. Por atingir 15 metros,
melhor ser plantada contra a rede elétrica.
Foto: Reprodução
04. Extremosa ou Resedá: Lagerstroemia indica
É uma linda arvoreta muito
utilizada na arborização urbana. Tem florescimento esplendoroso, é
decídua e tolerante a podas drásticas. Atinge até 8 metros de altura.
Foto: Reprodução
05. Manacá da Serra: Tibouchina mutabilis
O Manacá é uma belíssima árvore que
nos proporciona admirar suas flores em três cores diferentes
simultaneamente: brancas, rosas e roxas, de acordo com a idade da flor.
Atinge até 6 metros de altura.
Foto: Reprodução
06. Alfeneiro: Ligustrum lucidum
Uma das espécies mais cultivadas na
arborização urbana do sul do Brasil. Oferece boa sombra, mas a floração
de muitos exemplares ao mesmo tempo pode intensificar os casos de
alergia à pólen. Atinge aproximadamente 3 metros de altura.
Foto: Reprodução
07. Magnolia: Magnólia spp
A linda Magnólia, além de bela e
perfumada faz lembrar os ipês rosas. Elas são muito interessantes para
arborização urbana devido à seu porte pequeno. Decíduas e próprias para o
clima subtropical e temperado. Alcançam de 5 a 10 metros de altura.
Foto: Reprodução
08. Pata-de-vaca: Bauhinia foficata
Árvore brasileira, nativa da Mata
Atlântica, de porte médio com uma das mais belas flores e folhagens.
Possuem raízes profundas que não estouram as calçadas. Uma ótima opção
para ser usada como decoração e em regeneração de matas degradadas.
Foto: Reprodução
09. Quaresmeira: Tibouchina granulosa
É uma árvore de pequeno porte e
raízes profundas. Elegante e bela, apresenta uma linda floração roxa que
ocorre duas vezes por ano. Possui um fruto bem pequeno e é uma das
principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil.
Foto: Reprodução
10. Dama-da-noite: Murraya paniculata
Também conhecida como
Murta-de-cheiro; Jasmim-laranja; Murta; Murta-da-Índia e
Murta-dos-Jardins, a Dama-da-noite é um arbusto grande (ou arvoreta) que
pode alcançar até 7 metros de altura. É muito utilizada para a formação
de cercas-vivas. A Dama-da-noite apresenta ramagem lenhosa e bastante
ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos,
elípticos, glabros e perenes. Durante todo o ano produz inflorescências
terminais, com flores de coloração branca.
Foto: Reprodução
11. Ipê-Mirim: Stenolobium stans
Conhecido popularmente como
Ipê-de-jardim, é uma arvoreta muito ramificada. As folhas compostas são
serreadas, as flores amarelas em forma de campânula e formam
inflorescências vistosas. É muito usada em arborização urbana, podendo
chegar a 7 metros de altura. Sua floração acontece entre os meses de
janeiro e maio.
Foto: Reprodução
12. Candelabro: Erythrina speciosa
É uma das mais belas árvores
brasileiras. Apresenta inflorescência em forma de candelabro, daí seu
nome popular. É composta de flores de coloração vermelho-vivo, muito
atrativa para os beija-flores. Tem excelente efeito paisagístico, pois
além da beleza singular, produz boa sombra no verão e permite a passagem
de luz no inverno. A altura varia de quatro a seis metros e sua
floração acontece entre junho e setembro (final do inverno/começo da
primavera).
Foto: Reprodução
13. Flamboyant-mirim: Caesalpinia pulcherrima
É uma árvore (alguns consideram
arbusto lenhoso) de pequeno porte da família das leguminosas. De rápido
crescimento, suas folhas são recompostas com folíolos pequenos e
permanentes. Sua copa tem um formato arredondado e pode atingir de 3 a 4
metros de altura. Suas flores são vermelhas, alaranjadas, amarelas,
rosas ou brancas dependendo do cultivar, dispostas em cachos
paniculares. Sua época de floração é entre setembro e maio.
Foto: Reprodução
14. Cambuci: Campomanesia phaea
O Cambuci é uma árvore frutífera
nativa da Mata Atlântica e recebeu esse nome devido à forma de seus
frutos, parecidos com os potes de cerâmica indígenas que recebiam o
mesmo nome. Sua altura varia entre três e cinco metros. A árvore possui
flores grandes e brancas mas, sem dúvidas, seu principal destaque são os
frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.
Foto: Reprodução
15. Pintagueira: Eugenia uniflora
Nativa da Mata Atlântica, é uma
árvore medianamente rústica, de porte pequeno a médio, com 2 a 4 metros
de altura, mas alcançando, em ótimas condições de clima e solo, quando
adulta, alturas acima de 6 metros. A copa globosa é dotada de folhagem
perene. Seu fruto tem a forma de bolinhas globosas e carnosas, de cor
vermelha (a mais comum), laranja, amarela ou preta. Na mesma árvore, o
fruto poderá ter desde as cores verde, amarelo e alaranjado até a cor
vermelho-intenso, de acordo com o grau de maturação.
Foto: Reprodução
16. Jabuticabeira: Eugenia cauliflora
Frutífera brasileira da família das
mirtáceas, a Jabuticabeira exige sol de moderado a pleno. A árvore,
atinge até 10 metros de altura e tem tronco claro, manchado, liso, com
até quarenta centímetros de diâmetro. As folhas, simples, têm até sete
centímetros de comprimento. Floresce na primavera e no verão, produzindo
grande quantidade de frutos. As flores (e os frutos) crescem em
aglomerados no tronco e ramos. Seus frutos pequenos, de casca negra e
polpa branca aderida à única semente, são consumidos principalmente in
natura, ou na forma de geleia, suco, licor, aguardente, vinho e vinagre.
Foto: Reprodução
17. Oiti: Licania tomentosa
É muito usada na arborização de
várias cidades brasileiras, como Rio de Janeiro e Campo Grande. O seu
fruto é uma drupa elipsoide ou fusiforme, de casca amarela mesclada de
verde quando madura, com cerca de doze a dezesseis centímetros de
comprimento e polpa pastosa, pegajosa, amarelada, de odor forte, com
caroço volumoso e oblongo. Pode atingir entre 8 e 15 metros de altura.
Foto: Reprodução
18. Escova-de-garrafa: Callistemon ssp
As escovas-de-garrafa apresentam
porte arbustivo ou de arvoreta, alcançando de 3 a 7 metros de altura.
Suas folhas são em geral pequenas, lanceoladas a lineares, verdes,
sésseis, perenes e aromáticas, que vão se tornando bronzeadas com o
tempo. Mas é nas inflorescências que reside o encanto desta árvore. Elas
tem um formato cilíndrico com numerosos estames, semelhantes às escovas
utilizadas para lavar garrafas. São muito resistentes à seca.
Foto: Reprodução
19. Cinamomo: Melia azedarach
É uma árvore bastante utilizada na
arborização urbana. Indicada para clima subtropical. De floração
ornamental e frutos atrativos para avifauna, ela alcança até 20 metros
de altura.
Foto: Reprodução
20. Amoreira-preta: Morus nigra
Morus nigra é uma das espécies de
amoreira. Suas flores são dispostas em amentilhos densos. Seus frutos
saborosos apresentam cor preta e são adstringentes. Muito atrativa para
pássaros, atinge até 10 metros de altura.
Foto: Reprodução
21. Jasmim-manga: Plumeria rubra
A Jasmim-manga é uma árvore que
pode atingir um porte entre quatro e oito metros. É muito usada como
planta ornamental e seus caules são grossos e lisos, de cor cinzenta ou
bronzeada, de forma escultural. Seus galhos têm um aspecto suculento e
secretam um látex quando feridos. As folhas têm cerca de 30 cm, são
verde-escuras e nascem nas extremidades dos ramos e no inverno e na
primavera elas caem. Suas flores formam grandes inflorescências
terminais e têm coloração rosas ou vermelhas, havendo variantes brancas e
amareladas. Floresce durante o verão e o outono. Suas flores exalam um
odor suave, semelhante ao das flores de jasmim, o que lhe atribui seu
nome popular. Ideal para calçadas, praças e parques.
Foto: Reprodução
22. Cerejeira-do-japão: Prunus serrulata
É uma árvore decídua, de grande
valor ornamental, devido seu florescimento espetacular. É própria para
clima subtropical e temperado. Alcança até 6 metros de altura e deve ser
cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, neutro, bem
drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.
Necessita de estações bem marcadas para florescer de forma satisfatória.
Por este motivo não é indicada para regiões equatoriais e tropicais,
salvo em regiões de altitude elevada. Seu crescimento é moderado e a
floração é precoce. Não tolera encharcamento e podas drásticas. Resiste
ao frio, geadas e curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por
enxertia, estaquia e mais facilmente por sementes.
Foto: Reprodução
23. Aroeira: Schinus terebinthifolius
De porte pequeno a médio, é uma
planta plantas dióica, de folhas compostas, aromáticas e atinge de 8 a
10 metros de altura. Suas flores são pequenas em panículas e seu fruto
tipo drupa, vermelho-brilhante, aromático e adocicado. Reproduz-se por
sementes ou estacas.
Foto: Reprodução
24. Pau-fava: Senna macranthera
Espécie muito usada no paisagismo
urbano, é uma árvore de pequeno a médio porte qua atinge entre 6 a 8
metros de altura. Suas folhas compostas de 4 folíolos possuem
aproximadamente 20 cm. A floração é amarela e muito vistosa, em cachos. O
fruto vagem é quase cilíndrica, de 30 cm e com muitas sementes duras de
0,5 cm. O fruto contém um líquido que tem um odor desagradável, de
forma que na queda dos frutos fica um mau cheiro. A germinação é fácil e
o desenvolvimento rápido. Floresce entre janeiro a maio e a coleta de
sementes acontece em julho.
Foto: Reprodução
25. Cássia-do-nordeste: Senna spectabilis
É uma árvore da família das
fabáceas, conhecida por diversos nomes populares como: Cássia;
Cássia-do-nordeste; Cássia-macranta; Habú; Fedegoso do Rio e Macrantera.
De crescimento rápido, atinge um porte de até 4 metros de altura, para 4
metros de diâmetro da copa arredondada. As folhas são pequenas e
caducas. A floração decorre entre março a abril e origina flores de cor
amarela. A frutificação é do tipo vagem e decorre de abril a maio. É uma
planta com origem no Brasil.
Foto: Reprodução
E a lista não para por aí. Também
podem ser usada uma grande variedade de coníferas, que apesar de seu
formato geralmente cônico a colunar, desde à base, são escolhas muito
interessantes para calçadas largas. As palmeiras, em sua maioria (com
exceção das entouceiradas, espinhentas e as de porte gigante), são muito
indicadas para ornamentar ruas, avenidas e calçadas.
A diversidade de árvores é enorme e
você pode gostar justamente de uma que viu em algum lugar. Na calçada
de um amigo, de uma praça, de um consultório…
No entanto é muito importante se
atentar para as características que uma árvore para arborização de
calçadas deve ter. São elas:
• Não ser tóxica
• Não possuir raízes superficiais ou agressivas
• Não possuir espinhos
• Não ser invasora
• Não possuir espinhos
• Não ter frutos ou flores grandes
• Não possuir madeira frágil, suscetível à quebra ou ataque de cupins (evite árvores de crescimento muito rápido)
Sentiu-se inspirado (a) para trazer mais vida e cor não só para sua calçada, mas também para sua vida?
Então mãos à terra!
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